O ano de 2018, no Brasil, inicia não somente com a diminuição do desemprego em comparação ao início do ano anterior, mas começa também com a criação de 77.822 novas Vagas no mercado de Trabalho. As áreas em que ocorreram a geração de novos postos de trabalho foram: indústria de transformação, que gerou 49,5 mil vagas no primeiro mês do ano, serviços (46,5 mil), agropecuária (15,6 mil), construção (14,9 mil) e serviços industriais e utilidade pública com (1 mil). Os estados líderes entre os que criaram novos postos foram: São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Todas as informações foram baseadas em dados fornecidos pelo Governo Federal.

A criação de novas vagas gera, claramente, um crescimento para a economia do País e uma diminuição para o Desemprego nacional.

Diminuição do desemprego

Em janeiro de 2018, o índice de desemprego foi de 12,2%, mesmo sendo maior do que o último trimestre do ano anterior, a porcentagem é menor em comparação a taxa do mesmo período do ano passado, que foi 12,6%, segundo dados do Governo Federal. Essa redução pode parecer pouca, mas já é um avanço para o crescimento da ocupação de pessoas no mercado de trabalho.

O avanço de um ano para outro demonstra que o País teve um crescimento em sua economia, que consequentemente afetou na percentagem de brasileiros desempregados.

Após anos do desemprego crescer, o cenário melhora

O desemprego é uma das maiores e mais difíceis realidades do Brasil, que não leva a maioria da população a ter uma estabilidade financeira, diminuindo a valorização da economia no país. O desemprego começou a ter grandes proporções em 2015, subindo seu índice de 6,8%, em 2014, para 8,5%, em 2015, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Desde então, só cresceu a taxa de desempregados no Brasil, pois o que ocorre no cenário econômico reflete diretamente no mercado de trabalho.

A desocupação de pessoas no mercado de trabalho continuou a crescer, segundo índices e taxas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Em 2016, o índice chegou a 11,5%, demonstrando um crescimento bastante significativo. No ano seguinte, prosseguiu o aumento do índice.

Em 2017, a taxa chegou a 13,7% no primeiro trimestre. No decorrer do ano, a taxa começou a diminuir, atingindo 11,8%.

Portanto, esses dados e informações mostram que o País começou a retomar a rota do crescimento, mesmo sendo de forma gradativa, trazendo para esse ano e os vindouros uma esperança de que novos e melhores tempos virão, se tudo continuar a favorecer.

Esta matéria integra o projeto de extensão universitária do Centro Uninter [VIDEO] em parceria com a Blasting News Brasil.

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