A aposta de que o Bitcoin poderá alcançar a marca dos US$ 700 mil foi feita pelo empreendedor e investidor britânico John Pfeffer durante a Sohn Investment Conference, evento anual que reúne em Wall Street, nos Estados Unidos, os maiores investidores e gestores de fundos hedge para compartilharem experiências e aumentarem sua network, de acordo com a revista norte-americana de economia Fortune.

Essa expectativa é ainda mais otimista do que a do investidor de risco Tim Draper, um dos maiores entusiastas do bitcoin, que apostou que a unidade poderá valer US$ 250 mil em 2022.

Porém, o investidor porém que aposta no preço de US$ 700 mil não estabeleceu a data em que isso ocorreria.

De acordo com Pfeffer, o bitcoin poderá se tornar a nova moeda de reserva internacional e por seu grande potencial poderá assumir o papel do ouro. Se isso de fato acontecesse, seu preço atingiria a marca de US$ 700 mil.

Outro fator que contribuiria para o valor da criptomoeda chegar a esse patamar é a lei da oferta e procura, que é explicada devido à produção de bitcoins ser limitada, sendo que mais da metade dos 21 milhões de moedas já estão no mercado.

Devido a essa limitação, o bitcoin se torna mais valioso, aumentando sua cotação em função da raridade conforme o número de investidores aumenta.

Mesmo com a desvalorização em dezembro de 2017, o preço da criptomoeda tem conseguido se recuperar, estimulando os investidores. Apesar do susto, os mais experientes já previam que isso poderia ocorrer e não abandonaram as negociações por causa da flutuação.

Durante a queda histórica do bitcoin, três casas de cambio tiveram que suspender temporariamente suas operações de compra e venda.

As expectativas de crescimento rápido despertaram a atenção de investidores experientes e também de aventureiros. Sua grande procura influenciou na queda e deixou investidores preocupados, afirmou Nick Colas, cofundador do DataTrek Research, que negocia bitcoin.

Devido ao alto preço o mercado, acabou sacudido por ataques de hackers e desconfiança de negociações internas.

Colas também atribuiu a queda ao lançamento de outra criptomoeda durante a mesma semana.

O presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn, fez um alerta durante evento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), na sexta-feira (27). Segundo ele, o bitcoin é algo arriscado, o investidor tem que saber disso e se preparar antes de investir nele.

Ilan já havia dito que o bitcoin passava por uma bolha e era propício a esquemas de pirâmides, fato que já ocorreu em na Áustria em fevereiro, com uma empresa que oferecia rentabilidade de até 4% por semana e, de repente, sumiu com todo o dinheiro, causando prejuízo a mais de 10 mil pessoas.

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