O dólar já ultrapassa os R$ 3,73 centavos. A alta frenética fez o brasileiro pensar: o que isso impacta na vida cotidiana?

Nesta sexta-feira, dia 18 de maio, o Governo Federal informou que vai interferir no mercado de câmbio para conter a alta do dólar. As interferências ocorrem nesta segunda-feira, dia 21 de maio.

Intervenção do Banco do Brasil

Temendo um descontrole na economia brasileira com a alta do dólar, o anúncio foi feito ofertando 15 mil contratos adicionais para o Swap cambial em leilão, a ser realizado por volta das 9h35 da manhã desta segunda-feira.

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O Banco Central, maior autoridade monetária, destaca que cada contrato vale US$ 50 mil, totalizando a venda de US$ 750 milhões de dólares nessa intervenção extra.

Inflação pode subir junto com o dólar

Para quem acha que a alta da moeda americana não atrapalha a economia brasileira, pode haver equívoco. Em 2015, quando o alta chegou a patamar de R$ 4 reais, teve reflexo sobre a inflação.

O pão de cada dia mais caro e gasolina também

Principalmente produtos derivados do trigo, que são importados, devem sofrer aumento nos próximos dias.

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O pão, biscoitos e macarrão podem vir a ser os vilões na cesta básica dos brasileiros nas próximas semanas, caso a alta seja crescente e permanente. A gasolina pode vir a sofrer do mesmo “mal” da inflação. Neste caso porque parte dela é importada.

Carne, café e açúcar mais caros

A lógica para isso, tendo em vista que todos esses produtos são, em sua maioria produzidos no Brasil é porque a comercialização desses produtos da cesta básica do brasileiro está fortemente atrelada à moeda americana, devido à alta do dólar deixar mais atrativo para os produtores exportarem essa matéria prima, ao invés de focar no mercado local.

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Curiosidades Governo

Isso gera um encarecimento deles por aqui.

Viagens internacionais

Para quem está com viagem marcada para o exterior, vê como péssima a hora para o aumento. A opção mais plausível seria escolher países em que os gastos sejam menores. Uma das opções mais viáveis é procurar países da América do Sul e repensar a ida para os Estados Unidos ou países que tem o dólar como moeda principal.

Algo de bom também tem

A alta do dólar pode ser boa para turismo local.

As férias planejadas para outro país, pode ser repensada pelos brasileiros e direcionar para o turismo doméstico, praias e serras do país. É nesse momento que o ramo hoteleiro e turístico do Brasil tem uma elevação, pois sofre com a sazonalidade do mercado, concentrados em picos em meses específicos do ano.

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