De acordo com os economistas, nenhum investimento é considerado como excelente pelos investidores. Entretanto, as aplicações nos títulos públicos do governo são as que mais se aproximam desse consenso. Essa carteira de investimento é propícia tanto para o investidor com R$ 1 mil quanto para aquele que investe R$ 1 milhão.

Na maioria das vezes, os visionários, conservadores, moderados e agressivos, encontram boas razões para aplicar o capital na compra de títulos do Tesouro Direto. Além disso, o ativo está entre os mais presentes nas carteiras de investimentos dos grandes investidores internacionais, como bancos, fundos de investimentos, entre outros.

Recentemente, a renda fixa acabou gerando muitos lucros na Bolsa de Valores. Estima-se que nenhum outro ativo é tão popular no mundo quanto esse, assim como os títulos públicos. Então, aprenda a aplicar em títulos públicos e saiba porque esse ativo é preferência de muitos investidores.

Entre os investimentos dos títulos do Tesouro Direto, o Tesouro Selic é o mais visado pelos aplicadores que procuram realizar aplicações em curto prazo. Isso porque o ativo sofre menos volatilidade em curtos períodos de tempo.

Além disso, seus papéis perdem margem de vantagem em relação à poupança quando à taxa Selic está mais baixa.

Quanto rende

Segundo economistas, o Tesouro Selic costuma render dependendo da taxa de juros Selic, cujo o seu valor é regulado pelo Comitê de Políticas Monetárias (Copom). A cada 45 dias, os analistas desse órgão se reúnem para determinar qual será a taxa de juros cobrada no próximo mês.

Os especialistas explicam que o Tesouro Selic oferece uma rentabilidade um pouco acima da Selic.

Entretanto, muitos recomendam que, antes de comprar esses títulos, o investidor precisa ficar atento as variações da taxa Selic. Caso ela esteja em 10% ao ano, isso não representa que os investimentos vão render a mesma porcentagem.

O lucro final vai depender muito dos resultados apresentados pelo Copom. Na maioria das vezes, os títulos indexados a Selic renumeram seus investidores no momento do resgate do investimento, ou na venda antecipada, lembrando que essa opção é recomendada apenas para casos específicos.

Segurança

O lucro do investimento é repassado para a conta do investidor um dia depois da solicitação de resgate. Para isso, ele deve pagar uma taxa de custódia de 0,03%. Ela é fixada para todos os títulos públicos.

Além disso, 22,5% desse valor são descontados como parte do Imposto de Renda. A porcentagem diminui para 15% em aplicações resgatadas no período de 720 dias.

O risco dos investimento no Tesouro Direto fica por conta do governo federal, ou seja, caso o Tesouro Nacional resolva aplicar calote nos credores, essa prática vai interferir em todo o sistema financeiro e não apenas em quem aplicou dinheiro nesses títulos.

Siga a página Negócios
Seguir
Siga a página Opinião
Seguir
Não perca a nossa página no Facebook!