O consumidor brasileiro deve preparar o bolso para um novo aumento no valor dos combustíveis. Tudo isso se deve a política adotada pela Petrobras em basear os reajustes com referência as cotações do barril do petróleo no âmbito do mercado externo.

O dólar alcançou essa semana um patamar elevado, coisa que não acontecia desde o ano de 2016, acumulando em cerca de 7% somente este ano.

Eletrônicos

A moeda americana aumentado significa também a elevação nos valores dos eletroeletrônicos. O motivo é que esses produtos têm a procedência maior do comércio internacional, ou seja, a maioria desses equipamentos consumidos no Brasil são importados e por isso a questão: sofrem o efeito do dólar.

Os economistas entram e consenso e são enfáticos que esses produtos por hora, não serão afetados pelo efeito do câmbio, devido não está previsto a curto prazo esse repasse para o consumidor final.

Isso seria feito se existisse um reajuste para o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

Os economistas alertam ainda que é difícil prever esse impulso do repasse do câmbio em se tratando dos componentes eletrônicos que possam alterar os preços desses produtos.

O que se pode afirmar, segundo Paulo Picchetti, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) é que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), subiu em abril, 0,08%. Em março esse valor tinha caído 13%.

Energia Elétrica

Em se tratando da energia elétrica, o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) já não é tão animador. Segundo especialistas ouvidos pelo Banco Central, através Boletim Focus, o IPCA tem previsão de fechar este ano em 3,49 por cento.

Para quem não estava acostumando com um dólar tão alto desde 2016, a previsão para fechar esse ano é de R$ 3,35 reais.

O professor Heron do Carmo, da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo, ressalta que o a energia elétrica somente sofrerá impacto se as termoelétricas, movidas por diesel, forem acionadas nos próximos meses, período em que se terá o impacto da elevação dos valores dos combustíveis.

O economista ouvido pelo Banco Central, Paulo Picchetti , observa ainda que a transmissão dos valores ao consumidor, referentes a alta do câmbio, sofreu uma mudança após o período de recessão. O pesquisador não fala em número mais revela que devido a atividade fraca, os repasses desses valores ao consumidor já se configura como menor e também mais defasado do que no ano passado,

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