Quando se fala em crise, se fala em mudança. Desde da origem do termo, no grego “krísis” (separar, distinguir ou decidir), ou no latim, “crísis” (mudança súbita), ele vem sendo usado para definir ou uma mudança de paradigma social, ou para definir uma mudança repentina. A questão é que uma crise é uma ruptura a aquilo que não cabe mais numa sociedade e tem que sofrer uma mudança. Mas que mudança é essa?

Ou ética, ou moral.

Depois que a Petrobras anunciou um novo aumento aos derivados do petróleo, muitas categorias entraram em crise e tendem a fazer greve. Depois da greve dos caminhoneiros, que neste domingo (27), entrou no seu sétimo dia, é a vez da categoria dos petroleiros. Essa iniciativa foi tomada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), e também, os sindicatos filiados à federação. Essa convocação acontece a toda a categoria e será feita nessa quarta-feira (30) a meia noite (horário de Brasília).

Nesse domingo (27), os petroleiros já estão reduzindo as rendições nas refinarias e nas fábricas de fertilizantes.

Essas mesmas fábricas de fertilizantes estão em processo de privatização determinado pelo presidente Michel Temer (MDB-SP). Assim, nessa segunda-feira (28), a FUP vai realizar um Dia Nacional de Luta e deverá ter atos públicos e mobilizações em todo o Sistema da Petrobrás, em denúncia ao que está por trás desse aumento dos preços dos combustíveis.

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Segundo informações do site do Exame, os petroleiros fazem uma reivindicação de redução dos preços do gás de cozinha e os outros derivados do petróleo. Há, também, a reivindicação da saída do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Também, há uma exigência que seja retirada as Forças Armadas nas refinarias, que segundo consta, garantem a liberação do transporte dos combustíveis, desde sexta-feira (25).

Essa decisão foi tomada nesse sábado (26), depois de uma reunião no Rio de Janeiro, onde houve uma teleconferência. A FUP disse, que essa paralisação, que deverá acontecer no próximo dia 30, é apenas uma advertência que pode virar um início de uma greve muito maior. Essa greve terá tempo não determinado e foi decidida, nacionalmente. A greve maior foi aprovada a duas semanas atrás e poderá acontecer no próximo dia 12.

Segundo o site do Exame, o coordenador-geral do FUP, José Maria Rangel, disse, que o movimento dos caminhoneiros, deu luz e tiveram grande importância a decisão. Esse assunto, segundo o coordenador, vem sendo discutido dentro da FUP a muito tempo. Ainda, diz Rangel, a questão principal da greve, é os preços dos combustíveis. Que, segundo ele, não são os tributos que “pesam” no preço do combustível, mas, uma política do presidente da Petrobras, Pedro Parente.

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