Uma notícia que pode aliviar as contas de muita gente. A Receita Federal inicia o pagamento das restituições do Imposto de Renda 2018 no dia 15 de junho. As consultas ao primeiro lote de restituição devem ser liberadas pelo Governo uma semana antes, no dia 8, caso a Receita mantenha a mesma sistemática adotada em anos anteriores.

Neste primeiro lote terão prioridade aposentados e pensionistas. Mas, o contribuinte não precisa esperar até o dia 8 de junho para verificar se sua declaração foi aceita normalmente pela Receita e não foi incluída na malha fina.

Ele deve acessar o e-CAC (Centro de Atendimento Virtual de Atendimento da Receita Federal) e clicar no link “Declarações e Demonstrativos” e consultar o processamento da declaração.

A vantagem é que, se houver qualquer pendência, o contribuinte já pode providenciar a correção dos dados e juntar os documentos necessários, agilizando a liberação da restituição. Aguardar a convocação da Receita para prestar esclarecimentos pode não ser uma boa ideia.

Neste caso, a correção das informações não poderá mais ser executada online e o cidadão será obrigado a procurar um posto de atendimento da Receita em sua cidade, que costuma ter filas muito longas, além de estar sujeito ao pagamento de multa.

O que fazer com a restituição

O contribuinte que possuir dívidas deve, obviamente, utilizar os recursos para fazer o pagamento, priorizando aquelas que possuem taxas de juros mais elevadas, como cartão de crédito e cheque especial. Também é indicado antecipar o pagamento de financiamento de bens, como imóveis ou veículos, que garantem bons descontos, equivalente aos juros do período.

Para quem não possui dívidas, o ideal é manter os recursos aplicados em operações conservadoras, como Fundos DI e Tesouro Selic.

Para quem tem viagem marcada para o exterior, vale a pena se precaver contra novas altas do dólar, investindo em fundos cambiais.

Arriscar em ações, por exemplo, somente para quem tem estômago forte para grandes oscilações e está disposto a correr grandes riscos.

A indefinição das eleições presidenciais no Brasil e a instabilidade no cenário econômico mundial, com as decisões tomadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que abriu uma guerra comercial contra a China, deixam o mercado totalmente volátil.

O crescimento da economia americana também atinge países emergentes como o Brasil com a valorização do dólar.

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