A dificuldade financeira em que se encontra grande parte dos brasileiros, aliada ao elevado índice de desemprego, tornam-se empecilhos a quem pretende ter uma renda extra para melhorar a qualidade de sua vida e da de sua família. Entretanto, existe uma possibilidade que não é considerada por muitas pessoas, principalmente pela falta de conhecimento no assunto, que são os investimentos, particularmente os de renda fixa.

Observa-se que o único investimento considerado pela maior parte da população é a poupança, principalmente pela facilidade que se tem de realizar tal investimento.

Todavia, por muitas das vezes, esse é um investimento que possui uma rentabilidade inferior à inflação, não podendo ser considerada, com isso, uma boa aplicação. Outras possibilidades de renda fixa serão apresentadas a seguir.

Renda Fixa

Existem, basicamente, duas vertentes ao se falar de investimentos, os de renda variável e os de renda fixa. Em relação a este último (renda fixa), são aplicações que se têm conhecimento da porcentagem de ganho em relação ao capital aplicado no ato do investimento, sem os riscos da variação de valor ocorrido na Bolsa de Valores, por exemplo.

Tipos de renda fixa

Os principais investimentos nessa categoria são: o Tesouro Direto; as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio); CDBs (Certificado de Depósito Bancário); e as Debêntures.

Inicialmente será apresentado o Tesouro Direto. Esse investimento são títulos emitidos pelo governo, que possibilitam "emprestar" dinheiro ao Estado adquirindo esses títulos.

O Tesouro Direto divide-se em três categorias: Tesouro Selic; Tesouro IPC-A; e o Tesouro Pré-fixado.

Outra possibilidade é investir em LCI ou LCA que são títulos de Renda Fixa emitidos pelos bancos para o financiamento do mercado imobiliário (LCI) ou do agronegócio (LCA). Um aspecto importante dessa aplicação é que os ganhos são isentos de imposto de renda, além de ser um investimento protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o qual será abordado com maior profundidade em outra ocasião, mas basicamente é um fundo do Governo Federal que garante que, caso a instituição financeira venha a falência ou por outro motivo qualquer não cumpra com suas obrigações relativas ao capital investido, o dinheiro aplicado seja devolvido a fonte, ou seja ao investidor.

Além dos que já foram citados, outro investimento importante são os CDBs, que, diferente das Letras de Crédito supracitadas, o investidor efetua uma espécie de "empréstimo" diretamente a instituição bancária, tendo , por conta disso, um rendimento diário. Essa é outra aplicação protegida pelo FGC.

Por fim, vale citar também as Debêntures, que da mesma maneira, podem ser considerados "empréstimos", porém, não para bancos, mas sim para empresas que necessitam de capital para seu desenvolvimento. É importante ressaltar que, algumas dessas Debêntures são incentivadas pelo Governo, por isso são isentas da cobrança do imposto de renda.

Como visto, as alternativas são inúmeras àqueles que pretendem se lançar no mundo dos investimentos, sendo que os de renda fixa são os considerados os mais seguros e simples de se investir, permitindo, desde o inicio, a possibilidade de uma carteira de investimentos diversificada.

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