A economia brasileira voltou a crescer. Segundo estudo divulgado pelo Banco Central, a economia brasileira cresceu 0,57% com relação a junho. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira (17). A comparação é feita de maneira dessazonalizada, ou seja, não conta com nenhum episódio típico de cada mês. Além disso, o cálculo foi feito pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

O indicador se recuperou em junho, indo para 3,34% após a forte queda em maio, decorrente da greve dos caminhoneiros, que paralisou o país.

No mês de maio, a queda chegou aos 3,35%. No entanto, a expectativa dos economistas foi frustrada. Em pesquisa divulgada pelo IBGE, o número registrado foi péssimo, pois o volume de serviços apresentou queda de 2,2% no mês passado, comparando-se com junho. Os analistas e economistas esperavam alta de pelo menos 0,4%.

Referente ao comércio, também houve queda. A mesma foi de meio porcento com relação a julho. Para o comércio a previsão era uma alta de 0,3%. Já a produção industrial, caiu também 0,2%, com relação ao mesmo mês.

A estimativa era de uma rápida recuperação após a greve dos caminhoneiros. No entanto, não foi o que aconteceu.

Apesar de dados serem negativos, Brasil apresenta melhora econômica

A expectativa do crescimento econômico brasileiro para este ano é de 1,36%. Porém, houve redução de 0,4% na projeção, pois antes era de 1,4%. Apesar de ter uma redução na expectativa de crescimento, a inflação no país apresenta sinais de aumento.

A projeção aponta crescimento de 0,04% na inflação, elevando a mesma para os 4,09%. Ano que vem, a previsão é de 4,11%. Já para 2019, o crescimento do Brasil é 1,1% maior, chegando aos 2,5%. Os dados foram divulgados pela agência Focus.

Referente à inflação, a meta do Governo é não ultrapassar os 4,5% neste ano. Em 2019, a meta é não ultrapassar os 4,25%. No entanto, existe uma margem de erro com tolerância de 1,5% tanto para cima, quanto para baixo.

Pelos especialista, as taxas básicas de juros SELIC foi estimada em 6,5% neste ano e 8% para o ano que vem.

Apesar de agências internacionais de grau de risco rebaixarem a nota de investimento no Brasil, o país mostra força perante às instabilidades. Os principais motivos para que isso tivesse ocorrido no país foi a greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio, e as eleições presidenciais, que vão ocorrer em outubro. Esses dois episódios geram incertezas no mercado.

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