A Argentina pode afetar e muito o Brasil com sua Crise econômica. O presidente argentino Mauricio Macri não conseguiu adotar medidas cautelares para que parasse a desvalorização da moeda argentina. O presidente até adotou, mas não conseguiu ganhar a confiança de investidores.

A Argentina teve de emprestar dinheiro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e também teve de aumentar sua taxa de juros. Considerado um dos países mais assistencialistas do mundo, a Argentina também teve de vender suas reservas de dólares para conter a volatilidade do mercado externo.

No entanto, de nada serviu e o governo Macri agora se vê sem saída.

As moedas de todos países emergentes estão se desvalorizando. Moedas de países como Rússia, África do Sul, Argentina e Brasil tiveram uma queda drástica. Os Estados Unidos têm feito movimentações que acabaram influenciando, como por exemplo, a crise com a Turquia, que causou a desvalorização de sua moeda também, os acordos com a China, que tiveram impacto mundial e o aumento da taxa de juros, que modificou diversas transações financeiras pelo mundo.

Para o Brasil, o enfraquecimento da economia argentina tem seu lado bom e seu lado ruim. O lado ruim disso tudo, é que o Brasil perde um parceiro econômico importante. A Argentina é o terceiro maior importador do Brasil, atrás dos Estados Unidos e China. Além disso, o que puxou o aumento das vendas de muitas montadoras brasileiras foi a exportação para a Argentina. O Brasil também perderá muito com o turismo.

A região sul principalmente, lugar onde muitos argentinos costumam passar as férias e contribuem com o turismo local. O lado bom disso tudo é que com a saída de muitos investidores do país, a economia mundial se divide novamente. Investidores terão de realinhar seu investimentos, e o Brasil, por ter uma economia mais sólida e mais forte, pode acabar atraindo esses investidores.

Economia do Brasil é forte perante volatilidades externas

A economia brasileira, por ser muito forte em sua zona macroeconômica, se solidifica e se mantém estável. O Brasil é considerado um estado-eixo por especialista, que significa que a economia tem diversos fatores que estimulam o todo. O Brasil também possui enorme reserva de dólares, evitando o déficit fiscal e se fortalecendo contra a instabilidade externa.

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Apesar de ter a previsão do PIB de 2018 rebaixada em 0,2%, o Brasil teve um aumento da confiança da indústria e do comércio e aponta sinais de melhora econômica.

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