O dólar ficou cotado em R$ 4,05, pelo menos até a manhã deste sábado (22). Já na sexta-feira (21), a moeda norte-americana em sua versão comercial começou a ter uma leve oscilação com relação a medições anteriores: 0,68%, ficando cotado em R$ 4,048, no entanto, tendo uma subida de mais um centavo na manhã deste sábado.

Ainda na sexta, como dito, o dólar teve a menor cotação desde o dia 21 de agosto quando fechou em R$ 4,039, chegando na mínima em R$ 4,03, acumulando uma queda de 3% na semana, provocando aumento no Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) de 1,70% ontem (21), ultrapassando os 79 mil pontos, indo a 79.444.

Mercado prefere Bolsonaro a Haddad

Segundo informações dispostas, operadores do mercado se assustaram com o crescimento de Haddad na pesquisa de terça-feira (18), do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), encomendada pela TV Globo e pelo jornal 'O Estado de S. Paulo'.

O operador Cleber Alessie citou o crescimento gradativo de Jair Bolsonaro nas pesquisas em comparação com a limitação de Haddad, apesar disso, o operador disse que os 19% (do petista) assustam, mas acredita que sua média deva ficar entre 16 e 17%.

Ciro Gomes não agrada o mercado

Segundo as declarações de Alessie, Ciro também não agrada o mercado. O operador da H.Commcor destacou a "falta de fôlego" do pedetista, já que Ciro seria um forte candidato em um possível segundo turno com Jair Bolsonaro.

Ciro Gomes, por sua vez, apareceu estagnado na última pesquisa do Data Folha, onde contou com um empate técnico com o petista Fernando Haddad, em 13% das intenções, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

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Jair Bolsonaro Curiosidades

Em simulações de segundo turno, Ciro aparece vencendo os demais candidatos, o que fez com que investidores recuassem frente a posições da alta do dólar mesmo que isso significasse prejuízo.

A 'compra e recompra do Brasil' e o medo dos investidores

Alessie explicou o fato do mercado ter esperado mais da transferência de votos de Lula a Haddad, o operador denotou que, por conta disso, investidores tiveram que devolver a proteção cambial (hedge), enxugando assim posições defensivas.

Cleber Alessie também explicou como 'o Brasil é vendido' e 'recomprado' pelo investidor. Em resumo, para o operador da H.Commcor, o investidor 'vende o Brasil' na compra de ação, venda de real e compra do dólar, por outro lado, a 'recompra do Brasil' ocorre quando o investidor vende dólar, compra real e Bolsa.

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