O preço da gasolina vai aumentar em 1,68%, afirmou a Petrobras. O anúncio aconteceu nesta terça-feira (4) e o aumento será nas refinarias, a partir do dia 5 (quarta-feira) de setembro. O combustível atingirá uma nova máxima com a elevação, chegando ao patamar dos R$ 2,2069 por litro.

Isso não afetará diretamente o consumidor final, pois são os preços cobrados nas refinarias. No entanto, os postos são livres para aplicar ou não o reajuste.

No domingo, o Governo já havia anunciado o aumento do diesel.

No entanto, gerou desconfiança no setor de transporte do país, inclusive dos caminhoneiros. O aumento de 13% do combustível foi anunciado ainda em agosto, no dia 31. Um dia depois, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou uma nova tabela de frete, para corrigir os valores, em razão do aumento dos combustíveis.

A Confederação Nacional dos Transportes Autônomos, no entanto, extinguiu qualquer chance de uma nova greve do setor. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCAM), também descartou qualquer tipo de paralisação e afirmou que não há indicativo para que isso aconteça.

As duas entidades, juntas, somam 1,5 milhão de caminhoneiros.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que está negociando com os caminhoneiros e que as ameças de uma nova paralisação não está sendo feita pelos principais líderes da categoria no Brasil. As próprias entidades desconhecem o indício de greve.

Preço da gasolina pelo mundo

Ainda com a disparada do preço da gasolina do Brasil, o país no ranking mundial ocupa a posição de número 77.

O combustível mais caro está em Hong Kong, enquanto o mais barato, na vizinha Venezuela. Mesmo assim, o preço do combustível do Brasil está dentro da média mundial.

O aumento do combustível no Brasil, mais uma vez em 2018, fez com que os caminhoneiros de todo o país parassem o Brasil. A greve nacional parou o país por pouco mais de 10 dias e fez o governo recuar diante da pressão.

A greve já estava atingindo os países lá foram, pois sem combustível, portos e aeroportos ficaram sem operar.

A economia também foi muito afetada e muitos setores tiveram crise. Em alguns lugares o litro da gasolina chegou aos R$ 10,00.

Agora o Brasil volta a trilhar o caminho do crescimento. A crise do combustível em maio deste ano desacelerou o país, mas a confiança industrial e comercial chama a atenção dos investidores. As eleições presidenciais em outubro também faz com a incerteza volte ao país, no entanto, a recuperação econômica é vista pela previsão do crescimento do PIB do país este ano.

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