A Blasting News e a #Uninter passam a ter, a partir do mês de dezembro de 2017, uma das parcerias pioneiras para o avanço do jornalismo cidadão no cenário internacional, o projeto está começandono Brasil mas deve se alastrar para outros países. De um lado a inovação no modelo do jornalismo proposto pela Blasting News em todo mundo, e de outro a força do ensino a distância e dedicação acadêmica que a Uninter proporcional aos estudantes no Brasil.

Os alunos do curso de jornalismo vão participar do projeto de extensão na plataforma, numa modalidade que permitirá aos alunos produzirem conteúdo escrito e audiovisual (no segundo momento) de forma colaborativa na Blasting News.

A participação é aberta tanto para estudantes do curso presencial quando da #Educação a distância.

Segundo o coordenador do curso, Guilherme Carvalho “a proposta foi muito bem acolhida porque vem de encontro com uma necessidade dos alunos, sobretudo da educação a distância, que é a execução de atividades de extensão, conta. E desta maneira será possível aperfeiçoar os trabalhos dentro da universidade, recebendo horas complementares e aprendendo a produzir jornalismo fora da sala de aula ou do ambiente virtual.

Na primeira etapa vão participar do projeto 12 alunos, sob orientação do professor Alexsandro Ribeiro, com o objetivo de produzir cinco conteúdos jornalísticos, atuando como Blasters na plataforma #Blasting News Brasil. Sempre dentro da proposta da plataforma, seguindo o Guia do Blaster.

Os conteúdos poderão ser publicados em qualquer uma das editorias, inclusive de Sociedade & Opinião, para que os estudantes possam também exercitar a opinião crítica e reflexiva que é parte do jornalismo social.

Depois de produzir o conteúdo dentro do processo interno da atividade acadêmica, e sempre supervisionado por um professor da Uninter, os artigos dos alunos serão revisados pela equipe de Seniors da Blasting News Brasil, que está atualmente espalhada por todo o planeta, dando a cobertura de 24 horas para as revisões.

A Blasting News possui um sistema antiplágio que decta qualquer cópia online, e também exige que os Blasters (redatores) provem que a notícia que estão propondo publicar seja validada por um outra publicação, advinda de um outro meio de comunicação fidedigno, somente depois disto é que a plataforma autoriza a publicação.

Os estudantes podem ainda compartilhar as notícias publicadas, entendendo como o funciona o sistema SEO do Google e o alcance de visualizações das redes sociais. Tudo isto será calculado dentro de uma monetização da plataforma, e os estudantes serão remunerados – de acordo com as regras da Blasting – e desta forma, além de aprender como fazer jornalismo na Era Digital, os alunos podem também rentabilizar suas histórias.

Sobre a Blasting News

A plataforma foi criada por Andrea Manfredi, em 2013 na Europa, com o objetivo de lançar um projeto de jornalismo colaborativo em todo o mundo. Classificado em julho de 2017 como o 137º site mais visitado do mundo, contabiliza mais de 102 milhões de visitas somente em um mês, está entre os 10 sites mais populares do Brasil.

As atividades no Brasil passaram pela orientação de um grupo de professores da Uninter capaz não apens de tutoriar, mas também de ajudar a desenvolver pautas locais e internacionais.

Os primeiros alunos a participar são: Dhalida Angélica Ferreira, Fátima de Souza Rocha, Lethícia Ferreira de Moura, Maria Carolina Juliano Crestani, Maria Socorro Batista Lavareda, Tassia Alves de Souza, Valéria Alves de Souza e Valter Eduardo do Nascimento de Mel.