Uma das principais dúvidas de quem está pesquisando cursos de inglês [VIDEO] é a #metodologia. Mas o que é a 'metodologia'? É um conjunto de técnicas de ensino que irão trabalhar as áreas do nosso cérebro responsáveis pelo #aprendizado. Mas como saber se o meu curso, ou material, está sendo eficaz? A verdade é que não existe um método perfeito, e sim aquele que mais te atende. Para não entrar em um curso caro onde você não aprende nada, conheça um pouco de cada método [VIDEO] e decida com qual abordagem você se identifica mais.

A melhor metodologia para aprender inglês quem decide é você

Tradicional - Por ser a forma mais antiga, a abordagem tradicional sofreu mudanças ao longo do tempo para se adaptar às novas realidades.

É a mais utilizada atualmente em escolas regulares. No século 18, funcionava bem no ensino do grego e do latim. Consiste na tradução literal das palavras e no estudo da gramática normativa, sem atalhos. Aulas teóricas, exercícios de memorização e repetição; a famosa decoreba. O professor traduz palavras e textos em sala de aula e o aluno memoriza.

Direta - Esta abordagem é moderna e nada tradicional. Em sala de aula, o aluno entra em contato com o idioma e não pode utilizar a sua língua materna para se comunicar. A ordem é: ouvir, falar, ler e escrever. Neste método, também há compreensão de textos e noções gramaticais, porém, tudo em #inglês. As competências são aprimoradas simultaneamente de acordo com os desafios propostos em sala de aula. Neste caso não há memorização.

Audiolingual - Método criado na Segunda Guerra Mundial, onde os soldados precisavam se comunicar de maneira rápida e prática.

Trata-se da repetição de sentenças ditadas pelo professor, sem escrita ou leitura. Aqui, a gramática também não entra. As frases são apenas memorizadas e, caso você responda ou pergunte errado, o professor corrige. Não há preocupação com contextualização ou parte teórica.

Sociointeracionista - Também conhecida como 'comunicativa', esta abordagem é amplamente utilizada em cursos de idiomas modernos, e é defendida pelos PCN´s (Parâmetro Nacional Curricular) no ensino de línguas estrangeiras. As aulas são baseadas em experiências cotidianas e compatíveis com a realidade sociocultural do aluno. O professor utiliza informações dadas pelo próprio aluno para ensinar. Por exemplo: para falar sobre verbos no passado é perguntado ao aluno o que ele fez no fim de semana, e, a partir daí, é gerado um diálogo entre os colegas. Também é trabalhada a leitura e a escrita nos temas relevantes para a aula. A gramática é sempre inserida no contexto. Não há atenção exclusiva para a parte teórica e gramatical.