Prestes a iniciar a caminhada em busca do sétimo título no Masters 1000 de Cincinnati, o suíço Roger Federer declarou em entrevista que se sente melhor no atual estágio da carreira do que há dez anos, quando assumiu o topo do Tênis mundial. No último dia 8, Federer completou 34 anos de idade. Ele volta ao circuito da ATP esta semana depois de não jogar em Montreal para acompanhar o primeiro dia de aula de suas filhas.

"Acredito que hoje eu sou um jogador melhor do que quando eu tinha os meus 24 anos.

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Nesse tempo, consegui treinar 10 anos e ter 10 anos de experiência. Talvez eu não tenha mais aquela confiança que tinha e me fazia vencer 40 partidas seguidas, mas vejo que o meu saque melhorou, meu backhand idem, meu forehand se mantém e tenho evoluído no voleio.

Me adaptei à safra recente de jogadores", afirmou o campeão de 17 Grand Slams e atual detentor do título de Cincinnati.

Em Cincinnati, Federer é o cabeça-de-chave número 2 do torneio e por isso sai adiantado já na segunda rodada. Nela, enfrentará o ganhador do duelo entre o espanhol Roberto Bautista Agut e o uruguaio Pablo Cuevas. Segundo o suíço, a preparação para este ano foi melhor do que no ano passado, quando conquistou a taça.

"Acabou sendo uma preparação completamente diferente do que tive para jogar em Cincinnati no ano passado, pois naquela ocasião eu havia chegado bastante desgastado do torneio de Toronto e a verdade é que eu nem sabia se conseguiria jogar. Por um pouco de sorte, acabei ganhando o torneio. Este ano tive bem mais tempo para me preparar, me sinto descansado e com muita fome de competir, estou esperando ansiosamente o torneio.

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Estou feliz com esse sentimento", contou o suíço.

No entanto, Roger Federer acabou perdendo uma posição na nova atualização do ranking da ATP divulgada nessa segunda-feira (17). Com o título em Montreal vencido sobre Novak Djokovic, o britânico Andy Murray garantiu pontos importantes que o levaram até a segunda colocação e colocaram Federer no terceiro posto. Mesmo com a derrota na final, Djokovic segue isolado na liderança.