Era estréia do técnico Doriva que voltava ao São Paulo depois de passagem vitoriosa como jogador na década de 90. Também era a primeira partida sem Carlos Miguel Aidar que renunciou ao cargo após confusão em hotel e denúncias feitas por Ataíde Gil Guerreiro. Ataíde, que novamente é vice-presidente de Futebol do clube. Reposto por Leco, presidente em exercício até novas eleições, que também fazia sua partida de estréia ocupando o novo cargo.   

No entanto, o que se viu foi mais do mesmo. O time se manteve irregular durante a partida, mesclando desatenção e desinteresse.

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Acordou após o segundo gol do Fluminense, no inicio do segundo tempo. Foi pra cima, criou oportunidades, mas pecou nas finalizações e organização.

Os principais jogadores de ataque tiveram noite apagada. Exceto Ganso, o Aniversariante, foi quem mais procurou o jogo e quase marcou um golaço, ainda quando o placar anotava zero a zero. Por cobertura. Caprichosamente, a bola bateu na trave saiu.

Se não foi um grande jogo, ao menos o Fluminense se aproveitou da fragilidade dos paulistas quando atuam fora de casa e construiu um placar baseado na efetividade de seus atacantes.

Fred e Marcos Junior foram os goleadores do jogo.

A derrota de 2 a 0 só não foi pior para o Tricolor Paulista tendo em vista os resultados dos times que estavam logo abaixo na tabela. A quinta colocação está garantida por ora, mas o Santos pode abrir vantagem de três pontos com uma vitória no jogo de amanhã.                                                                                

Se ainda é cedo para falar do trabalho de Doriva no São Paulo, certamente o torcedor acredita que já passou da hora do time apresentar um comportamento mais regular durante as partidas.

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Principalmente, neste momento decisivo da temporada em que o clube briga por uma vaga no G4 e está nas semifinais da Copa do Brasil.

O próximo compromisso é neste domingo contra o Vasco da Gama, no Morumbi, às 16 horas.