Tite não conseguiu conter a euforia e a emoção já nos minutos finais da partida contra o Vasco da Gama. Naquela altura, o São Paulo já havia feito 4x2 no Atlético-MG e ajudado o eterno rival a conquistar a taça. Suado e emocionado, Tite se deixou levar pela felicidade e ao lado dos jogadores reservas gritou "é campeão!".

Assim que o árbitro apitou o final da partida, o técnico saiu correndo para dentro do campo e fez questão de abraçar todos os seus atletas.

Conscientes da importância do treinador dentro dessa caminhada rumo ao título, os jogadores o ergueram e fizeram o típico gesto em jogá-lo para cima, tradicional após as conquistas.

Cercado pelos jornalistas, Tite demorou a falar, mas quando falou, relembrou o momento em que sentiu que o time poderia se tornar hexacampeão brasileiro.

"Era um jogo em Araraquara, logo no início do campeonato. Vínhamos de derrota no paulista e na Libertadores, e fomos jogar com a Chapecoense.

Ganhamos, mas não jogamos bem. Mesmo assim, depois daquele jogo, o Gilmar Dal Pozzo, que era o técnico da Chapecoense, veio comentar que os jogadores do time dele falavam entre si: "Nossa, como esse time deles é unido". E é verdade. É o retrato desse grupo".

Extremamente assediado pelos repórteres, que chegaram a se atropelar na hora de fazerem as perguntas, Tite deu atenção a uma em especial, sucinta e direta: "Quem é você, Tite?"

Com um sorriso aberto e com um olhar distante, o treinador esperou alguns segundos e apontou para a torcida do Corinthians presente em São Januário.

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E disse.

"Eu... eu sou mais um louco no meio do bando de loucos".

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