O Fluminense pode demorar um pouco mais para usar a sua "nova casa" no atual Campeonato Brasileiro. Ninguém da diretoria fala abertamente, mas informações de bastidores dão conta de que, contrariando as previsões, o Tricolor não deverá enfrentar o Grêmio no próximo dia 12 de junho em Édson Passos.

Isso porque o gramado do Giulite Coutinho ainda está bastante longe das condições ditas ideais para a realização de uma partida de grande porte.

Além disso, a parte estrutural (vestiários e arquibancadas) também necessita passar por inúmeras adaptações, para receber tanto o elenco dirigido por Levir Culpi quanto os torcedores.

Ultrapassada essa etapa, o Flu precisará resolver detalhes burocráticos, ou seja, obter uma série de documentos necessários para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) liberar o estádio do América.

Atualmente, o Giulite Coutinho tem capacidade para receber, no máximo, 13.500 pessoas.

Com as reformas, a expectativa é de que ele esteja apto para abrigar 15 mil espectadores, lotação mínima exigida pela CBF.

Internamente, o discurso é pessimista. Dessa maneira, a tendência é de que, assim como ocorreu no último domingo (vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo, gol de Fred), o Fluminense encare a agremiação gaúcha no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, local que não vem agradando aos grandes clubes cariocas pela baixa presença de público.

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PaixãoPorFutebol Fluminense

Por lá, o Tricolor já atuou, nessa temporada, por dez ocasiões e sua média de torcedores é bem baixa: apenas 2,4 mil pagantes.

Desde o fechamento do Maracanã e do Engenhão, para a realização das Olimpíadas Rio2016, o Fluminense, juntamente com Flamengo e Botafogo, vêm buscando alternativas para reduzir o prejuízo financeiro. Tanto durante o Campeonato Carioca, no qual terminou em terceiro lugar, quanto na Primeira Liga, onde ficou com o título, a equipe das Laranjeiras exerceu, inclusive, alguns de seus mandos fora do estado do Rio de Janeiro.

As escolhasrecaíram sobre o Kléber Andrade, em Cariacica, região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo; o Mané Garrincha, em Brasília; o Mario Helênio, em Juiz de Fora, Zona da Mata de Minas Gerais; além da Arena da Amazônia, em Manaus.

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