O goleiro do Botafogo RJ, Jefferson, de 33 anos, está de fora da Seleção Brasileira que vai disputar a Copa América no aniversário de 100 anos da competição. O técnico Dunga chamou para a posição os goleiros Ederson, do Benfica, de 22 anos, Alison, do Internacional, de 23 anos, e Diego Alves, do Valência, de 30 anos.

Dunga justificou a ausência da estrela maior do alvinegro carioca pelo momento em que o jogador está passando:

 “O Futebol é dinâmico.

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É momento. A gente tem dado oportunidades. Temos conversado muito com a comissão técnica e com Taffarel. Temos observados jogadores. Temos um jovem, um de idade intermediária e um mais experiente. O futebol é isso aí. Quando chamei o Jefferson que estava na segunda divisão, não fui tanto questionado. Agora, estamos dando oportunidades para outros jogadores. No momento oportuno, vamos tomar a decisão. Quanto a voltar ou não, vai depender dos jogadores que estão e do próprio Jefferson”, disse o técnico da Seleção Brasileira de Futebol.

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O goleiro Jefferson parecia pressentir a ausência de mais uma lista de Dunga. Depois da falha durante a partida de seu time contra o Vasco da Gama na final do campeonato carioca o atleta chegou a dizer que a sua seleção hoje é o time da estrela solitária:

“Minha seleção é o Botafogo. Preciso dar atenção aqui’, declarou o antigo titular da camisa 1 do Brasil.

Futebol é momento

Durante a entrevista coletiva após a divulgação dos convocados, o técnico da Seleção Brasileira de futebol ressaltou a importância do momento vivido pelos jogadores.

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Dunga declarou que convocou para a Copa América sete atletas com idade olímpica.

“Temos o compromisso com a vitória. Temos que nos preocupar hoje. Na seleção você não pode se preocupar com o futuro. Tem que se preocupar com o presente”, diz Dunga sobre a filosofia adotada para a Seleção.

O coordenador técnico da Seleção Brasileira, Gilmar Rinaldi,  disse que a montagem do time para as Olimpíadas terá critério técnico e alguns nomes já foram ventilados.

Tudo vai depender das negociações com os clubes:

 “O critério primeiro e o técnico e em segundo vem a negociação. Sabemos que teremos dificuldades”, disse.

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