O armador do Utah Jazz, Raulzinho, e o pivô do Washington Wizards, Nenê, deram entrevista coletiva na última terça-feira (17), no Rio de Janeiro, e falaram sobre a expectativa deles e dos companheiros de seleção brasileira para a disputa do torneio de basquete dos Jogos Olímpicos 2016. Enquanto Nenê é um os mais experientes da seleção, Raulzinho, apesar de ser um atleta de nível NBA, possui apenas 23 anos.

Em sua primeira temporada na NBA, Raulzinho foi eleito para o time de calouros no fim de semana do All-Star Game, e quer coroar o excelente ano com uma medalha olímpica.

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Segundo o armador afirmou a imprensa, o objetivo da seleção brasileira de basquete é brigar por uma medalha olímpica em casa. "Temos time para isso", garantiu.

Apesar de ainda jovem, Raulzinho já está indo par sua segunda olimpíada. Com 19 anos, ele era o armador reserva da seleção brasileira nos Jogos de Londres 2012, banco do até então titular absoluto Marcelinho Huertas,sucesso absoluto no basquete europeu, agora jogador do Los Angeles Lakers.

Dupla é peça importante do técnino
Dupla é peça importante do técnino

Raulzinho disse que os jogadores da seleção aprenderam muito com a derrota nas quartas de final em Londres, o que deixou a equipe fora de qualquer briga por medalha nos Jogos.

Com a evolução de Raulzinho, e os poucos minutos de Huertas em quadra pelos Lakers, a disputa para saber quem vai assumir a vaga de titular como armador da seleção nas Olimpíadas ainda está completamente aberta.

Redenção de Nenê

O pivô Nenê Hilário é o atleta brasileiro com mais tempo na NBA.

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Ele construiu sua carreira comandando o garrafão do Denver Nuggets, e ainda mostra sua força física em Washington. 

Em Londres, Nenê sofreu com contusões e não pode ajudar a seleção brasileira da melhor maneira possível, mas agora ele garante que está 100% e pronto para começar os Jogos Olímpicos. 

O brasil está bem servido de pivôs na NBA, além de Nenê, Anderson Varejão, agora no atual campeão Golden State Warriors, e de Tiago Spliter, primeiro brasileiro campeão do basquete profissional americano.

O problema para as Olimpíadas fica por conta de Spliter, que teve que passar por uma cirurgia no quadril em fevereiro e não estará recuperado a tempo dos Jogos. 

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