Espaço que receberá os atletas do boxe olímpico e do vôlei sentado foi entregue, nesta quarta-feira (11), com a presença do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Carlos Arthur Neuzman, que é Presidente do Comitê Organizador, e Arthur Repsold, responsável pela GL Eventos, também participaram da cerimônia que celebrou a entrega das chaves da Arena Boxe. Para não terminar como elefante branco, a Arena será transformada num Anfiteatro com capacidade para quase 6 mil pessoas, com possível extensão para 10 mil, caso seja necessário.

O fato de a Arena ser utilizada como um patrimônio cultural após os jogos aliviou muitos cariocas, pois a dúvida era sobre o que seria realizado com o espaço após a realização dos Jogos Rio-2016. Na cerimônia, Eduardo Paes destacou que o projeto era o último, que fazia parte do Riocentro, a ser concluído. Como legado, segundo o prefeito, o prédio será utilizado para a adaptação de um anfiteatro para a cidade do Rio de Janeiro, que conta, atualmente, com um espaço semelhante que suporta, no máximo, 3 mil pessoas.

O projeto-legado visa atender melhor o público com um espaço maior que o Theatro Municipal.

O futuro anfiteatro teve suas obras iniciadas em setembro de 2015. Contando com uma estrutura de 7500 m², a obra tinha a intenção de ser temporária (sendo desmanchada após os Jogos Rio-2016) a preço de R$ 45 milhões. Porém, devido ao balanço de contas da prefeitura, o preço para uma estrutura definitiva custaria apenas R$ 6 milhões a mais, o que convenceu a todos de ser realizada com estrutura em definitivo.

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Curiosidades

Velódromo

Durante a cerimônia, Paes destacou que o cronograma de obras está em dia, e planeja a entrega da Arena Carioca 2 para este sábado (14), e atentou que o Velódromo deve ter sua entrega de chaves realizada na primeira quinzena de junho, por ser a obra mais complicada em curso.

Ao fim da cerimônia, Eduardo Paes frisou a importância destas obras para a prefeitura, pois, segundo ele, seriam obras provisórias, construídas apenas para os Jogos Olímpicos Rio-2016, porém, com ação da prefeitura, através de recursos da iniciativa privada (projeto Riocentro), conseguiu conquistar a verba necessária para trazer um legado definitivo para a cidade do Rio de Janeiro.

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