O ano era 2009. O Palmeiras, líder do Campeonato Brasileiro na ocasião, abriu quase 10 pontos de diferença para o segundo colocado e estava na ponta por dez rodadas. A mídia em geral, e os próprios palmeirenses, consideravam o clube um dos grandes favoritos. Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente na época, confirmou a chegada de Vágner Love. Com mais esse 'acréscimo', ficou impossível não colocar o Alviverde com a chancela de campeão nacional. 

Belluzzo teve uma atitude forte em relação ao mercado internacional.

Manteve Pierre, Maurício Ramos, Diego Souza e Cleiton Xavier. Não permitiu que influência externa chegasse ao clube. Ainda assim, o Palmeiras sofreu com lesões, perdeu a base e acabou sucumbindo. Em quinto lugar, nem uma vaga para a Copa Libertadores da América de 2010 conseguiu. Viu o Flamengo disparar e levantar a taça, trazendo uma enorme tristeza. O desapontamento foi tão grande que o presidente em exercício enfartou e teve que deixar o cargo. 

Sob o comando de Paulo Nobre, o clube toma a mesma atitude.

As propostas por Dudu, Róger Guedes e Vitor Hugo foram todas negadas. O objetivo é manter a equipe para ser Campeão Brasileiro pela nona vez na história. As convocações de Fernando Prass e Gabriel Jesus para os Jogos Olímpicos acenderam a chama da preocupação. A derrota para o Atlético-MG, em casa, no último domingo, não deixou que o Palmeiras abrisse cinco pontos de vantagem perante o vice líder.

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Se vacilar, o Alviverde pode perder a liderança já na próxima rodada.

Além de não permitir que seus principais atletas saiam, o Palmeiras também quer novos reforços. Com o fim da janela de transferências para o mercado internacional, o jeito será contratar jogadores que estão no Brasil e ainda não completaram sete rodadas por seus clubes. Alexandre Mattos, executivo de futebol, está no comando da operação. 

Outro grande obstáculo é o salário.

Nobre não quer mais pagar alto por novos atletas. A folha salarial palmeirense já é muito alta e ele quer deixar o clube saudável financeiramente para o próximo presidente. Em novembro, o Palmeiras passa por novas eleições presidenciais. 

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