A imagem que o polo aquático feminino vai deixar na Olimpíada do Rio de Janeiro não é das melhores. Nesta terça-feira, 09, o time das brasileiras estreou de maneira não muito tranquila e esqueceu o chamado "jogo limpo". Levando uma surra das adversárias italianas na água, a estrela da equipe do Brasil, Gabriela Mantellato, acabou perdendo a paciência e decidiu bater a rival, quer dizer, bater na rival. Ela deu dois socos fortes na cabeça da italiana. A cena, é claro, foi vista pelos árbitros. Não demorou muito para que a vergonha demonstrada na água virasse uma punição certeira. A atleta acabou sendo expulsa do jogo, prejudicando ainda mais a equipe do Brasil, que levou uma lavada de 9 a 1 da Itália. 

Em compensação, na esgrima, um atleta teria ganho pelo juiz dar o ponto para ele.

No entanto, percebendo que não houve qualquer ponto, ele pediu que a situação voltasse. O atleta foi eliminado para um brasileiro, mas nem por isso passou vergonha. Pelo contrário, demonstrou a real importância do esporte. Competir também é muito importante e o esporte precisa ser vivido com graça e garra, evitando o que a responsável pelo polo aquático acabou cometendo. É claro que durante um jogo pegado, existe muito estresse aplicado durante as jogadas. É de se entender que as vezes as pessoas percam o espírito esportivo, mas nem por isso, cenas como as vistas na piscina do Rio de Janeiro podem ser aprovadas.

O esporte é superação, como mostrou a atleta Rafaela Silva, do judô. Depois de ter sido chamada de "macaca" por ser eliminada da Olimpíada de Londres, na Inglaterra, no ano de 2012, ela voltou com tudo.

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A melhor resposta que ela pôde dar à sociedade foi uma medalha no fim de semana. Em lutar disputadíssimas, a moradora da cidade de Deus acabou levando um ouro em um complexo esportivo que fica a cerca de 15 minutos de carro de sua comunidade. Cercada de família e amigos, Rafaela superou uma depressão e disse que a 'macaca' "saiu da jaula" e agora  é uma clara vencedora do Brasil. Fica a lição.