Depois de se garantir na final do torneio de Futebol masculino das Olimpíadas do Rio de Janeiro, ao vencer, em São Paulo, a Nigéria, por 2 a 0, a Alemanha sentiu que encontrará um clima bem desfavorável na partida de sábado, às 17h30 (de Brasília), no Maracanã, diante do Brasil. Para a torcida, é uma oportunidade de os garotos comandados por Rogério Micale vingarem os 7 a 1 impostos pelos germânicos na última Copa do Mundo.

Entretanto, os jogadores do escrete canarinho descartam qualquer tipo de revanche.

"Cada jogo tem sua história, é outro momento, são outros jogadores. Não temos que ficar pensando em revanche, temos que pensar na medalha", declarou o meia Renato Augusto, um dos atletas com idade superior aos 23 anos no elenco. Os outros são Neymar e o goleiro Weverton. Este, inclusive, seguiu a mesma linha de raciocínio do apoiador.

"Vamos procurar buscar o ouro. Vai criar um clima de Copa pelo que aconteceu, mas não podemos focar nisso. Temos que pensar na medalha de ouro".

Dos que estarão em campo, apenas o zagueiro alemão Ginter esteve naquela partida disputada no Mineirão em 2014. Independentemente disso, o técnico Micale valoriza o adversário e prevê um confronto bem equilibrado.

"A Alemanha é forte pelo conjunto, com jogo automatizado.

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Futebol Seleção Brasileira

Se trata de um time que joga junto há muito tempo", explicou o comandante.

O Brasil assegurou presença na decisão do futebol masculino da Rio 2016 em grande estilo. Com dois gols de Neymar, sendo um de pênalti, dois de Gabriel Jesus, um de Marquinhos e um de Luan, a Seleção aplicou sonoros 6 a 0 em cima de Honduras, em partida realizada na tarde da última quarta, no Maracanã. Na ocasião, mais de 57 mil pessoas estiveram presentes e a expectativa é de um público superior a 70 mil no próximo final de semana.

Buscando a 1.ª medalha

Esporte mais popular no território nacional, o futebol ainda busca uma medalha de ouro. Desde quando a modalidade passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos, em 1908 (nas edições de 1900 e 1904, fez parte como exibição), o Brasil já teve três pratas (1984, 1988 e 2012) e dois bronzes (1996 e 2008).

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