Quem conhece o Rio de Janeiro já sabe que os preços por lá não são parecidos com outros lugares do país e que fazer um tour pela cidade pode custar um pouco mais caro que o normal.

Mas o que tem surpreendido os turistas é o valor exorbitante de produtos necessários.

Quem vai à praia fica surpreso com os valores da comida, locação de cadeiras e guarda sol, até as cangas tiveram uma alta em seu valor final.

Quando falamos de comida, uma coxinha pode chegar a R$18 e uma canga z R$100. Mas tudo varia de acordo com o estilo do turista, pois se você aparenta ser de fora, os preços podem ficar ainda maiores.

Só que a alta nos preços não fica restrita apenas a orla, na Vila Olímpica os valores ficam ainda maiores, um pacote com 10 adaptadores de tomada custa R$200.

O comércio local se privilegia da região afastada e de difícil acesso a outras opções comerciais, então, o jeito é apenas aceitar ou procurar outra forma de ter acesso a itens de necessidade diária.

A alta não fica restrita somente à alimentação ou itens de utilidade, as diárias de hotéis também ficaram mais caras no período olímpico.

O ramo hoteleiro e alimentício foram os que tiveram maiores altas do período, chegando até quase 200% na valorização dos preços.

O maior receio é de que a alta valorização dos preços de itens de necessidade afetem a alta inflacionária do país e acabe aumentando os preços como um todo, onerando os produtos em outras localidades não ligadas às Olimpíadas.

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Curiosidades

Neste período, por ter maior fluxo de pessoas consumindo na cidade, a tendência é que tudo aumente seu valor, já que os turistas, principalmente os estrangeiros, desconhecem os valores reais dos produtos vendidos aqui no Brasil e, por isso, o comércio acabe tirando proveito da procura de itens indispensáveis ao dia a dia.

Infelizmente, não há o que fazer, apenas aguardar que este período de alta rotatividade turística passe e que os preços, que já não são tão baixos, voltem ao normal e que este fato não afete de uma forma geral a inflação no país.

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