A  Folha de São Paulo divulgou, na terça-feira (1º), matéria denunciando um vazamento de água na Arena Corinthians. O problema implicaria no risco de deslizamento de terra na área externa do estádio. Houve uma grande discussão desde então com representantes do Corinthians e da Prefeitura de São Paulo a respeito do assunto, admitindo a existência do problema, mas minimizando a sua gravidade. 

Polêmica à parte, o Ministério Público do Estado de São Paulo, através da Promotoria de Habitação e Urbanismo informou, através de nota oficial, que fará uma vistoria no estádio corintiano para avaliar possíveis irregularidades na obra.

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A Promotoria considerou que a gravidade dos fatos divulgados pela imprensa com relação à situação do Itaquerão justifica uma vistoria, pois a situação pode implicar um risco para a integridade das pessoas que frequentam o estádio. 

O Centro de Apoio Técnico à Execução foi o órgão encarregado pelo MP para a realização da vistoria, sendo que já existe um inquérito em andamento em vias de realização de perícia para avaliar as condições de infraestrutura do Estádio Itaquerão.

Arena Corinthians, estádio do alvinegro paulista
Arena Corinthians, estádio do alvinegro paulista

O Ministério Público do Estado de São Paulo aponta a existência de um "grande vazamento de água" , além do surgimento de buracos no piso do estacionamento bem como a possibilidade de abalo das arquibancadas, 

A matéria publicada pela Folha de São Paulo, na última terça-feira, informou que existe um vazamento de mais de 10 milhões de litros de água na Arena Corinthians. O problema teria sido descoberto em junho desse ano e poderia causar um deslizamento de terra que chegaria até a Radial Leste, principal avenida de São Paulo, que passa nas proximidades ao lado do Itaquerão.

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O Corinthians negou a existência do problema e a Odebrecht, empreiteira que construiu o estádio, declarou que o estádio corintiano possui alvará de funcionamento com todos os laudos de segurança necessários para o seu funcionamento. A construtora acrescentou que esses documentos foram emitidos por órgãos públicos que fiscalizam periodicamente o estádio. 

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