Pelo resultado adverso, era esperado um Atlético-MG ainda mais ofensivo neste segunda partida final desta edição de Copa do Brasil, e o Galo de Minas até que começou agressivamente a partida na Arena Grêmio. Dominou as ações ofensivas do primeiro tempo, e atacou o tricolor dono da casa e da festa. As voltas de Rafael Carioca e Luan ajudaram num domínio organizado no segundo jogo, sem chance de perceber um time afobado como no primeiro.

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Tentou com Júnior Urso, nos chutes de fora de área de Pratto a Luan, no cabeceio de Robinho. Tudo em vão para desestabilizar um Grêmio cauteloso e ardiloso, que tem um pouco e muito de Renato e Roger. Que não deixa de atacar. E assustar. Como quando o maestro meio-campista Douglas acertou um passe (de letra) e Everton ficou “de cara” com o gol. Sorte atleticana ter um goleiro como Victor no gol.

O primeiro tempo, que terminou de ânimos exaltados, começou num segundo de times conformados nas situações que se encontravam.

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O Grêmio arriscou algumas tentativas de gol. Mas ficou precavido em não tomar o gol. Já tinha feito três e o passeio em Minas e confiou no bloqueio defensivo.

O galo ousou avançar com as entradas de Cazares e Maicosuel. Nada para empolgar e mudar a situação mineira seja em formato ou no campeonato.

Quem mudou foi o placar e o Grêmio. Aos 43 minutos do segundo tempo, no contra-ataque que começou e terminou em Miller Bolaños.

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Grêmio

Sem deixar de passar nos pés e nos passes de Luan e Everton. Em resumo a tudo isso, gol. 1 x 0.

Nem mesmo o gol antológico de Cazares e o 1 x 1 mudaram o resultado lógico da competição. O Grêmio, depois de 15 anos, era campeão. Ou melhor, pentacampeão da Copa do Brasil. Mais um título para ser somado as conquistas de 1989, 1994, 1997 e 2001.

Hora de comemoração pelo lado tricolor de Porto Alegre.

E parabenização a todos os torcedores e admiradores gremistas.

Afinal, voltou o Tricolor Imortal. Enfim.

Sem deixar de esquecer a dedicação em coro e a comoção em choro, de torcedores a jogadores, em uma bela homenagem à Chapecoense. A Chape merece e as homenagens a engrandece. Que seja assim.

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