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Após o goleiro avisar a Justiça que pretende se mudar para o Rio de Janeiro, desde o dia 2 de março, e seu advogado afirmar que Bruno tem propostas de vários times, grupos de torcedores tem se movimentado, nas redes sociais, contra a contratação dele para voltar a jogar.

É o caso do time do Rio de Janeiro Bangu Atlético Clube, em que os torcedores criaram um abaixo-assinado repudiando a contratação do ex-goleiro do Flamengo. A petição virtual, lançada na última sexta-feira (3), já contava com mais de 200 assinaturas

Segundo Lúcio Adolfo, advogado de Bruno, em entrevista ao portal do G1, mais de 10 clubes procuraram o goleiro para saber sobre uma possível contratação. Para outros veículos, chegou a citar o nome do time da baixada fluminense, além de afirmar que outros times do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia e Minas Gerais estariam interessados no goleiro, incluindo times da série A.

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O diretor executivo do Bangu e sócio da empresa que cuida da gestão do clube, Luiz Henrique Lessa, afirmou ao jornal Extra que o boato sobre a contratação do goleiro é factóide e que não existe a mínima hipótese de contar com Bruno no elenco.

Em nenhum time

O grupo "Vitimas Unidas" também decidiu criar uma petição online em que classificou o goleiro como "simbolo da morte" e que "nenhum time de futebol, ou mesmo sendo treinador de time de crianças ou adultos, em órgão público ou privado de qualquer esporte que signifique saúde e bem-estar" deve contratá-lo. O abaixo assinado já alcançou a marca de mais de 20 mil assinaturas.

A primeira aparição de Bruno, após habeas-corpus concedida pelo ministro Marco Aurélio, foi no dia em que se apresentou no fórum de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

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Ele não quis falar com a imprensa, mas atendeu pedido de alguns fãs, que estavam em frente ao tribunal para tirar fotos.

Bruno foi condenado pela Justiça de Minas Gerais, em março de 2013, a mais de 20 anos de prisão, porém, como cumpriu um terço da sentença e como há recurso em segunda instância, o goleiro poderá cumprir a pena em liberdade até o próximo julgamento.