No mundo do futebol, ver grandes jogadores atuando sempre nos paralisa, rouba a atenção, mesmo que por alguns minutos. Se esse jogador tiver ao seu lado outros grandes craques, torna-se quase inevitável que os torcedores de forma geral assistam à dupla, o trio ou o esquadrão entre em campo.

E isso não é um costume da atualidade apenas. Historicamente há exemplos dos quais até hoje, de forma saudosista, ouve-se falar. Quem não ouviu falar sobre o Ajax de Johan Cruyff, que conquistou a Liga dos Campeões entre 1971 e 1973? E da Seleção Brasileira de 1970, que conquistava tudo aquilo que aparecia na frente, com um toque de bola encantador, um futebol feliz, representado pelos pés de Tostão, Jairzinho, Rivelino, Pelé e companhia?

O Milan dos anos 1980, o time que alcançou os maiores títulos da Europa nessa década, contando com jogadores como Van Basten, Franco Baresi, Frank Rijkaard, Carlo Ancelotti etc.? Ainda mais recentemente, o Barcelona comandado por Pep Guardiola, conquistando duas Ligas dos Campeões, três Campeonatos Espanhóis e dois Mundiais de clubes, tendo em seu time Daniel Alves, #messi, Mascherano e muito mais?

Ultimamente encontram-se grandes times, alguns grandes craques, mas poucos conseguiram se consagrar de forma a entrar para a história do futebol.

É óbvio que uma comparação entre craques e times do passado não podem feitas com os jogadores da atualidade. Não por serem melhor ou pior, mas, sim, porque cada época apresentou sua dificuldade, desde uma bola de capotão, que ardia a cabeça quando molhada, até o condicionamento físico, em que jogadores faziam exercícios mínimos, focados em corrida e pouca academia, sendo que atualmente o cuidado com o jogador chega a ser ortomolecular.

São academias, psicólogos, nutricionistas, orientador financeiro etc. Bolas mais leves, campos com melhores condições, estádios mais estruturados, evitando ao máximo que interferência externa impacte o que se chama de espetáculo.

Mas ainda assim, há jogadores que fogem da curva. E, de acordo com o jornal Don Balon, da Espanha, é provável que em 2018 se possa ver juntos uma das maiores duplas desta década, Messi [VIDEO]e Neymar [VIDEO], juntos novamente.

É isso mesmo. Parece pouco provável, mas de acordo com a publicação, apesar dos altos valores de contrato que mantém o argentino vestindo a camisa do Barcelona, o PSG [VIDEO]estaria disposto a pagar por volta de 300 milhões de euros (R$ 1,13 bilhão) por seu passe. E este valor não refere-se à multa do contrato, mas, sim, o investimento dado diretamente a Messi.

Para os amantes do futebol, ver esta dupla ao lado de Di Maria, Cavani, Daniel Alves, Mbappé, Verratti e outros tantos astros, não há preço. #Neymar #PSG