O Palmeiras empatou no sábado (9) com o Atlético Mineiro fora de casa em um jogo para lá de polêmico. Três pênaltis, duas expulsões, erros do juiz e mais uma série de fatores comprovaram que evoluir no Campeonato Brasileiro também exige certa dose de sorte.

Com a derrota do Flamengo para o Botafogo-RJ por 2 a 0, no Engenhão, o Verdão manteve a quarta posição com 37 pontos. A vitória do Santos contra o rival Corinthians, porém, aumentou um pouco a distância em relação ao Peixe.

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Os santistas chegaram aos 41 pontos e abriram quatro pontos de vantagem. Ou seja, se o Verdão bater o Coritiba na próxima segunda-feira (18) e o Santos vencer seu compromisso fora de casa contra o Botafogo-RJ, a situação se mantém igual.

O discurso no Palmeiras é de que ainda é possível buscar o Corinthians na liderança. No segundo turno, o clube de Itaquera já tem três derrotas. Se por um lado fez um primeiro turno tecnicamente perfeito, o segundo tem sido um desastre. Com 13 pontos atrás, o Verdão tem uma boa sequência para embalar e encostar, pelo menos.

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Presidente do Palmeiras será questionado

Politicamente, o Palmeiras raramente tem momento tranquilo. O COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) é o maior órgão administrativo e fiscalizador do clube. Seus membros analisam documentos, salários e negociações. Alguns pediram para Galiotte mostrar o balanço das comissões pagas em alguns reforços em agosto, mas o presidente ainda não respondeu.

Cofistas querem entender o pagamento de comissões para empresários nas chegadas do volante Felipe Melo e do atacante Deyverson.

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Outros membros também querem entender porque o empresário Eduardo Uram sempre está envolvido com negociações de atletas que acabam vestindo a camisa palmeirense.

No caso de Felipe Melo, por exemplo, alguns cofistas levantaram a hipótese do clube ter pagado R$ 2,5 milhões só de comissão, valor excessivo. Mas Galiotte deve contestar e rebater, dizendo que o volante chegou ao clube sem custos após encerrar seu vínculo com a Inter de Milão.

No caso de Deyverson, o clube desembolsou o valor de 5 milhões de euros, praticamente R$ 19 milhões. O pagamento das comissões neste caso ainda é um verdadeiro mistério e não se tem informações reais de quem foi beneficiado financeiramente. Alguns cofistas estão incomodados com a falta de informação do atual presidente do clube.

Galiotte deve fazer levantamento e mostrar os números na próxima reunião, que acontece no mês de setembro.

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Após a apresentação, o órgão vai tentar validar as informações.

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