A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) divulgou esta semana, em Paris, as novas regras para os motores que disputarão a Fórmula 1 a partir de 2021. O evento serviu para mostrar as principais mudanças que foram definidas pelos dirigentes da entidade, F1 e que foram propostas por pilotos, engenheiros, fabricantes e fornecedores de peças da principal categoria do automobilismo.

Entre as grandes novidades estão as alterações para uma nova geração de motores mais econômicos e híbridos para servirem de inspiração para a fabricação dos carros de rua, que possam ser mais baratos para produzir, na manutenção e que permita uma melhor experiência junto ao público e fãs da categoria que apreciam o barulho dos motores e desempenho acirrado entre as equipes.

Os principais fabricantes de motores, como Honda, Mercedes-AMG, Renault e Ferrari terão juntos com os outros participantes um período de 12 meses para implementar os novos motores em seus carros. As medidas ainda precisam de aprovação e todos acreditam que em 2018 já podem ser liberadas, dando o aval para as equipes trabalharem nos testes e novas tecnologias.

Novas regras

Este ano foram implantadas novas mudanças na F1, como a utilização de asas para aumentar a velocidade dos carros, criação de pontos de ultrapassagem, novos itens de segurança para o piloto e regras para utilização de pneus e corridas classificatórias.

Anunciadas como fórmula mágica para equilibrar as disputas entre equipes e pilotos, as novas regras da Fórmula 1 acabaram beneficiando a Mercedes, que dominou as principais corridas em 2017, deixando as principais concorrentes, Ferrari e Red Bull, atrás da disputa e com sérios problemas de adaptação das demais equipes.

Graças ao investimento em estratégia e engenharia unidas ao talento ambicioso de Lewis Hamilton, a equipe das Flechas de Prata conquistou antecipadamente o título mundial durante o Grande Prêmio do México, que foi realizado no domingo (29).

O piloto brasileiro Felipe Massa anunciou que busca parceiro financeiro para se manter na Willians e continuar disputado a temporada 2018 com contrato renovado. Após anunciar a sua aposentadoria em 2016, ele voltou ao grid após ter receber um convite para continuar na equipe.

Os próximos grandes prêmios serão disputados no Brasil, no dia 12 de Novembro, e o encerramento da temporada será em Abhu Dabi, no dia 26, fechando a temporada 2017.

Show time

A ordem é transformar a Fórmula 1 em um produto automobilístico especial e em experiência de marca com mais alcance de mídia em outras plataformas, que vão além da TV. O grupo americano Liberty Media comprou os direitos da categoria por cerca de R$ 27 bilhões e promete tornar o esporte ainda mais lucrativo e global.

Para isto, vai utilizar sua expertise comercial e também um conglomerado de empresas que envolvem canais de TV, plataformas de conteúdos, produtoras, distribuidoras de vídeos, rádios e até times de basquete e beisebol.

O antigo dono da F1, Bernie Ecclestone, manteve uma participação minoritária na empresa e atuará como consultor até a categoria deslanchar, principalmente nos Estados Unidos, que é a terra dos apaixonados por automobilismo.

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