O Grêmio está a um jogo de quebrar um incômodo jejum do futebol brasileiro. Há quatro anos o país não sabe o que é ter um representante no topo da América do Sul. A última vez que um representante canarinho venceu a Libertadores foi em 2013, quando o Atlético-MG venceu o Olímpia nos pênaltis, no Mineirão.

De lá para cá, muitos tentaram e nenhum conseguiu. Logo no ano seguinte o San Lorenzo, da Argentina, se tornou um pesadelo para os brasileiros e venceu a competição, não sem antes ter deixado pelo caminho o Cruzeiro e o próprio Grêmio.

Em 2015, o Inter foi a equipe brasileira que mais se aproximou da conquista, mas parou na semifinal diante de um inspirado Tigres, do México. Os mexicanos só seriam parados na final ante o River Plate, da Argentina.

No ano passado, foi o São Paulo quem representou o Brasil até a fase mais longe e vivenciou uma semifinal. No entanto, acabou não sendo páreo para o Atlético Nacional, de Medellín, e perdeu tanto no Morumbi como na Colômbia.

Na sequência, o Nacional passou pelo Del Valle e ficou com a taça.

Para devolver o título ao Brasil, o Grêmio tem uma interessante vantagem para sustentar contra o argentino Lanús na quarta-feira. Como venceu o jogo de ida em Porto Alegre por 1x0, qualquer empate garante a taça ao tricolor. Sem saldo qualificado na final, o Lanús força prorrogação e pênaltis se vencer por uma diferença de apenas um gol.

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