O Palmeiras vai começar sua caminhada em 2018 no próximo dia 18 contra o Santo André, em casa, pelo Campeonato Paulista. O jogo marcará a estreia do Verdão na temporada e também a estreia de vários novos reforços.

O meia Lucas Lima, o lateral Diogo Barbosa, o zagueiro Emerson Santos e o goleiro Weverton devem participar da partida. Todos os reforços foram contratados com recursos do Verdão e sem ajuda da patrocinadora. A Crefisa, no entanto, já reiterou que está à disposição da diretoria para ajudar. Mais alguns nomes devem chegar até o fim do ano.

A mini lista de reforços

Depois de fechar com os quatro nomes relacionados acima, o Verdão está em busca de outros nomes. As negociações existem e estão em andamento. O meia Gustavo Scarpa, do Fluminense, é um deles. O time carioca pediu três nomes ao clube paulista e um deles declinou. Roger Guedes afirmou que não deseja jogar no Rio de Janeiro. O Palmeiras conversa com o Fluminense para propor outro nome.

Os cariocas queriam Erik como segunda opção, mas o jogador já acertou com o Atlético Mineiro. As conversas ainda estão emperradas.

O atacante Ricardo Goulart, que está no Futebol chinês, é outro jogador que pode desembarcar no Palestra Itália. As conversas são iniciais ainda, mas podem se intensificar nos próximos dias.

O futuro de Borja

Miguel Borja chegou ao Palmeiras em 2017 e não vingou. Foi reserva por vezes e não conseguiu se adaptar.

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Em entrevista para rádio na Colômbia, onde passa férias, Borja garantiu que vai permanecer no Verdão. "Agora com novo técnico, nova filosofia, vou entender o esquema e me encaixar nele," disse.

O colombiano afirmou que ‘’não entendia’’ o esquema proposto pelo técnico Cuca, mas não o considera como um ‘’técnico ruim’’. No Atlético Nacional, Borja era o único atacante e todo o esquema era voltado para fornecer bolas.

No Palmeiras, a questão foi bastante diferente e o atacante foi perdendo espaço.

Para contratar o atleta, a Crefisa desembolsou mais de R$ 30 milhões. O investimento feito só será revisto se Borja tiver uma boa temporada e for vendido com lucro. A empresa parceira do Verdão garante que não almeja ganhar dinheiro em cima dos reforços e que todo o lucro obtido na operação é direcionado para os cofres do Alviverde.

Além de Borja, Alejandro Guerra também não teve bom desempenho. O meio-campista foi reserva em várias oportunidades e não conseguiu mostrar seu futebol. Ele era parceiro de Borja no time do Atlético que foi Campeão da Libertadores em 2016.

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