O Palmeiras já confirmou as chegadas de quatro reforços. São eles: Lucas Lima, Emerson Santos, Diogo Barbosa e Weverton. E o clube paulista ainda quer mais. No entanto, o Palmeiras busca apenas nomes que serão selecionados de forma bastante cirúrgica. A ideia não é inflar ainda mais a folha de pagamentos, e sim trazer atletas em condições de assumir vaga de titular e com valores um pouco menores.

A estratégia do Verdão tem dado certo. Nenhum reforço veio até agora com salário astronômico e fora da realidade.

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Nem o meia Lucas Lima, do Santos, foi confirmado por causa de grandes vencimentos. A aposta palmeirense é ofertar o Centro Crefisa de Treinamento e a possibilidade de disputar grandes títulos, além de deixar o atleta em evidência para jogar na seleção brasileira e crescer na carreira.

Nome negado pela diretoria

Na última semana um empresário procurou Maurício Galiotte, presidente, e Alexandre Mattos, executivo de Futebol, para oferecer o atacante Fernando Torres, do Atlético Madrid. Aos 33 anos, o sonho de Torres é defender alguma equipe brasileira. Especificamente no Brasil, e não em qualquer país da América do Sul.

Galiotte e Mattos negaram o interesse e cortaram o assunto na primeira conversa. O nome de Torres nem chegou para o técnico Roger Machado. Não existe justificativa por parte do Palmeiras, que nega até mesmo que houve conversas.

Desde o início do ano, Torres perdeu vaga no time titular e entra somente no segundo tempo. Marcou poucos gols e não ganhou conotação da torcida, ficando em segundo plano. Fora dos holofotes, jogar no Brasil seria uma ótima oportunidade para retomar o protagonismo.

Scarpa vem ou não vem?

Em entrevista recente, Galiotte garantiu que a negociação para ter Gustavo Scarpa, do Fluminense [VIDEO], ainda não terminou. As conversas prosseguem [VIDEO], mas o mandatário palestrino admitiu que a negativa de Roger Guedes em ir para o Rio de Janeiro dificultou demais as ações. A outra opção para o Flu era Erik, que fechou contrato e já foi até anunciado pelo Atlético Mineiro.

Segundo o site da ESPN, o volante Tchê Tchê também foi uma opção apontada pelos dirigentes tricolores. Roger Machado não quer se desfazer do jogador mesmo estando em má fase. Tchê Tchê não foi nem um terço do que foi em 2016. A queda de produção é totalmente injustificada. Mesmo com o retorno de Moisés para o time titular o volante não conseguiu recuperar o bom futebol que o consagrou.