O meio-campista venezuelano Alejandro Guerra foi anunciado como um dos maiores reforços da temporada de 2017, pois com ele veio também a sua dupla do time colombiano Atlético Nacional, campeão da Copa Libertadores da América daquele ano de 2016, o centroavante colombiano Miguel Borja.

Acontece que os dois custaram muito caro e vieram para ser destaques no Palmeiras, com o projeto de ganhar a Libertadores novamente, mas ambos não foram utilizados pelos treinadores que assumiram a equipe durante a temporada e acabaram por ser reforços não muito aproveitados.

O colombiano Miguel Borja assumiu a titularidade ao final da temporada, recuperando, inclusive, a sua boa fase, sendo, então, convocado novamente para a seleção colombiana. Por outro lado, Alejandro Guerra só foi titular no meio de temporada, quando se tornou importante no time, durante a competição da Libertadores.

Baixa de qualidade?

Na verdade, isto não aconteceu, o meio-campista vinha sendo titular nos jogos com a lesão do camisa dez Moisés, mas após o afogamento de seu filho, o mesmo ficou fora de um jogo importante, depois disso, o atleta não teve mais a mesma sequência e Moisés voltou para se tornar titular absoluto novamente.

Guerra tem 32 anos e já é um atleta experiente, pode ser muito útil para a temporada de 2018, mas como a qualidade do mesmo é muito alta, o estrangeiro recebeu diversas propostas de outros clubes gigantes brasileiros. Entretanto, o meio-campista quer e vai continuar no Palmeiras na temporada que vem para ganhar a Copa Libertadores da América.

O armador de jogadas respondeu o que era esperado quando foi colocado em campo, mas agora, o ano de 2018 deve ser um recomeço para o mesmo, confiando em que o treinador Roger Machado o coloque como titular ou então utilize-o mais durante este ano.

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Concorrência pesada?

O meio-campista Lucas Lima chega ao clube como o maior reforço desta temporada, executando, inclusive, a mesma função de Alejandro Guerra, mas a única forma do meia ser titular na temporada que vem, seria um meio campo formado por Moisés e Felipe Melo de volantes, à frente, Guerra e Lucas Lima, assim tendo que ser uma zaga com três atletas para formar o ataque com três, ou então, um ataque com somente dois jogadores.

Mas isto será a decisão do treinador, tendo em mente que, praticamente, todos os técnicos do mundo utilizam o sistema 4-3-3, sendo então um volante e dois meio-campistas na frente, tendo então, uma disputa entre Guerra e Moisés.

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