Com remotas chances de classificação para as semifinais da Taça Guanabara e em meio a diversos protestos de seus torcedores, que tem como principal alvo o presidente Pedro Abad, o Fluminense vira a chave neste meio de semana e se concentra em sua estreia na Copa do Brasil, quando nesta quarta-feira (31), pega a Caldense, em Poços de Caldas. Porém, os problemas não se afastaram do time de Abel Braga, que ainda tem muitas dúvidas com relação aos 11 que sairão jogando.

As atividades realizadas na manhã desta terça-feira (30), foram em sua grande parte fechada para a imprensa. O treinador trabalhou jogadas de bolas paradas e realizou treinos táticos, sem dar pistas de qual escalação irá utilizar. O zagueiro Ibañes, muito elogiado pelas suas últimas atuações, é dúvida para duelo por conta de uma pancada no tornozelo sofrida no jogo contra o Madureira.

Outro jogador que também não tem presença garantida é o atacante Robinho, que também diante do Madureira, sofreu uma entorse no tornozelo, porém exames de imagem não detectaram lesão e o jogador agora faz tratamento intensivo para saber se estará em condição de jogar neste meio de semana.

Apesar de ser um time do interior de Minas e que não tem feito uma boa campanha no campeonato local, soma apenas cinco pontos em quatro jogos, o goleiro Júlio César alerta que é preciso estar atento ao adversário. “Com certeza teremos que estar ligados durante os 90 minutos para não sermos surpreendidos”, disse o goleiro. Pelo regulamento da Copa do Brasil, na primeira fase o time visitante tem o direito de jogar pelo empate.

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PaixãoPorFutebol Fluminense

Quero minha parte

A venda de Diego Souza para o São Paulo deverá render um dinheiro aos cofres do Fluminense. A diretoria do clube já notificou o Sport para que ele repasse metade dos 10 milhões de reais que o time paulista pagou pelo meia. Em 2016, quando o jogador se transferiu para a Ilha do Retiro, ficou acordado que o Flu ficaria com 50% dos valores de uma futura venda, que foi o que aconteceu no início deste ano.

No entanto, existe o risco do Tricolor ficar com apenas um milhão. Explica-se: antes de liberar o jogador para o Leão, o Fluminense estipulou uma multa rescisória no valor de 3,2 milhões de reais. Antes de iniciar as conversas com o São Paulo, representantes do jogador procuraram o time carioca perguntando quanto que o clube queria receber, caso não conseguisse vender o jogador por valor acima do estipulado na multa.

Então, o Flu definiu o valor em um milhão de reais.

A diretoria do Fluminense entende que, mesmo com tal acordo, seguiria tendo direito a metade do valor de qualquer venda em que 50% correspondesse a mais de R$ 1 milhão.

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