Robinho após não renovar com o Atlético-MG volta a ser sondado pelo Santos. O clube paulista entende que, não será fácil contratá-lo novamente devido a outros times pretendem fazer uma oferta considerada interessante ao camisa 7.

O salário é um dos entraves que, de acordo com a nova diretoria terá que buscar recursos suficientes além de patrocínios para que paguem parte dos salários do “rei das pedaladas. Vale ressaltar que, depende de Jair Ventura (quase certo, depende por parte do Santos pagar a quantia de 800 mil reais ao Botafogo, valor considerado baixo ao nível do futebol brasileiro) aprovar ou não a sua vinda.

As reviravoltas começaram a pipocar após as eleições do Santos, antes José Carlos Peres e atual presidente do Santos, rechaçava qualquer possibilidade da vinda do jogador, agora com a falta de jogadores como Ricardo Oliveira negociado com Atlético-MG, e Lucas Lima vendido ao seu rival Palmeiras, o clube entende que é preciso a vinda de um jogador que agregue e melhore o elenco para as principais disputas do ano como a Libertadores.

Escândalo

Uma das correntes que não querem contar com o jogador, é o processo que Robinho [VIDEO] responde na Itália, no qual foi condenado a 9 anos de prisão em 1ª instância por violência sexual em grupo.

O caso aconteceu em 2013, com uma jovem de 22 anos quando o atacante ainda jogava pelo Milan.

O presidente entende que, a contratação do jogador no momento, é vista como desnecessária mesmo com tudo que o jogador representa ao clube, além de não querer manchar seu nome e derrubar a marca do Santos ladeira abaixo.

Outros casos recentes fazem com que sua contratação se torne ainda mais difícil, como quando se deparam com uma possível traição feita pelo jogador ao defender o clube mineiro mesmo tendo ofertado mais garantias e dinheiro proporcional ao seu status. A outra corrente entende que, por tudo que ele fez no passado (títulos brasileiros de 2002 e 2004) deveria ser “perdoado” pois consideram ídolo.

Robinho no ano de 2017

A contratação de Robinho está em pauta no Santos desde o meio do ano de 2017, aliado principalmente ao mau futebol praticado pelo seu antigo clube, Atlético-MG, não sendo o protagonista da maioria dos jogos em que foi escalado.

O jogador termina o ano em baixa, porém, seu alto custo e a diminuição das despesas do Galo (mascote do Atlético-MG), não favoreceram para a renovação do seu contrato com o clube mineiro.