Parece que a sexta-feira (9) será dedicada a dança dos técnicos. Não foi apenas Dorival Júnior que foi demitido do cargo após a rodada desta quinta-feira (8), do Campeonato Paulista. Após o empate sem gols contra o Red Bull Brasil, que pôs um fim as chances da equipe de passar para a segunda fase e ainda lhe deixou com risco de queda para a Série A2, a Ponte Preta demitiu o Eduardo Baptista. Junto com ele, também foi demitido o gerente de Futebol, Gustavo Bueno.

O treinador, que já havia caído com o time de Campinas para a Série B no ano passado, apesar de pegar o time no meio da competição, vinha fazendo uma campanha sofrível com a Macaca, que mesmo estando no grupo mais fraco do estadual, foi eliminada com uma rodada de antecedência e se despede do Paulistão podendo não vencer nenhum jogo em casa.

As duas vitórias do time no Campeonato foram longe de Campinas. Venceu o Corinthians logo na estreia, no estádio do Pacaembu, e na quarta rodada derrotou o São Bento, em Sorocaba.

A última oportunidade do torcedor acompanhar uma vitória da Macaca neste Paulistão será contra a Ferroviária, neste domingo (11), no estádio Moisés Lucarelli, em jogo que o adversário também corre risco. Nesta partida, o time será dirigido por João Brigatti. Um novo tropeço e o clube poderá amargar o segundo rebaixamento em casa em menos de quatro meses.

Em novembro do ano passado, o time já havia caído para a Série B do Brasileirão, justamente após derrota diante do Vitória, após ter aberto 2 a 0 no placar.

Esta foi a segunda passagem de Eduardo Baptista pela Ponte Preta. Em 2016, ele comandou a Macaca durante o Campeonato Brasileiro e conseguiu manter o time do interior de São Paulo na primeira divisão sem sustos. O bom trabalho rendeu um convite para substituir Cuca, que havia acabado de ser campeão brasileiro no Palmeiras. No entanto, a queda nas semifinais do Campeonato Paulista, curiosamente para a Ponte Preta, além da campanha irregular na fase de grupos da Copa Libertadores, abreviou a passagem do treinador pelo Allianz Parque.

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Depois de uma rápida passagem pelo Atlético Paranaense, ele retornou à Ponte no último Brasileirão, mas desta vez não conseguiu evitar a queda do time.

Fazendo as contas

A Ponte Preta soma os mesmos 11 pontos que o Mirassol, e ambos só estão á frente de Linense, que tem nove pontos, e do Santo André, que tem oito. Já a Ferroviária tem 12 pontos. O problema é que Linense e Mirassol se enfrentam na última rodada e pelo menos um deles irá pontuar. Se perder para a Ferrinha, o time campineiro terá que torcer contra o Elefante e também para que o Ramalhão não derrote o Grêmio Novorizontino, que já está classificado e apenas cumprirá tabela.

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