Ao longo dos 16 jogos no Campeonato Paulista e outros dois na Copa Libertadores da América, o técnico Jair Ventura encontrou um trio de ataque ideal para o Santos. Formado por Rodrygo (ou Arthur Gomes), Eduardo Sasha e Gabriel, a formação tem agradado a comissão técnica e é a que mais vem atuando nos últimos jogos. Com isso, um jogador que na primeira metade do estadual era titular absoluto, perdeu espaço e agora deve ser negociado com outra equipe. [VIDEO]

Sem sequer se relacionado para as últimas partidas, o atacante Copete pode ser o próximo jogador a deixar a equipe santista. Apesar de ser pouco usado, o jogador ainda é valorizado pela diretoria [VIDEO]que pede sete milhões de euros – cerca de 28 milhões de reais – para liberar colombiano.

Ainda no começo deste ano, surgiu um forte boato de que ele estaria negociando com o Atlético Mineiro, porém a diretoria do Galo negou qualquer tipo de conversa com o jogador e que ninguém do clube foi procurado para tratar sobre ele.

A não ser que haja uma mudança técnica muito grande, dificilmente Copete voltará a ter sequencia no time titular de Jair Ventura. Além dos três titulares, o colombiano terá que encarar a concorrência de Arthur Gomes, Diogo Vitor e também Bruno Henrique, que ainda se recupera de uma lesão no olho. O contrato do colombiano com o Santos vai até 2020.

Dúvida para o jogo da Libertadores

Dez dias após a eliminação nas semifinais do Campeonato Paulista, o Santos volta a jogar nesta quinta-feira (5), quando às 21h30 (horário de Brasília), encara o Estudiantes, na Argentina, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América.

A grande dúvida no time de Jair Ventura será com relação ao zagueiro David Braz.

O jogador, que está em fase de recuperação de um edema na coxa, viajou com a delegação, mas não tem presença confirmada no duelo que vale a liderança do grupo 6. Caso o defensor não possa atuar, Jair Ventura deverá escalar Luiz Felipe para fazer dupla de zaga com Lucas Veríssimo.

Em entrevista para um canal de TV por assinatura, Braz disse que se sentiu aliviado pela contusão ser apenas um edema, uma vez que imaginava que pudesse ser algo mais grave. “ela dor que eu senti, pensei que pudesse ser algo mais grave”, disse o atleta de 30 anos que se entrar em campo entrará para o seleto grupo de jogadores que fizeram 200 ou mais partidas com a camisa do Peixe. “Vou tratar. O jogo é duro, é importante, vamos tentar recuperar a liderança do grupo”, finalizou.