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José Carlos Peres tem sido um presidente bastante ativo no Santos [VIDEO]. Desde quando assumiu, ele tem tomado a frente nas negociações de jogadores, além de endurecer as negociações na questão de patrocínio e cotas de TV. Isso tudo o fez se tonar uma pessoa que chama a atenção da mídia e, nesta terça-feira, ele foi convidado do programa Bola da Vez, do canal por assinatura ESPN Brasil, onde fez uma revelação bombástica com relação à tentativa de trazer – pela terceira vez – o atacante Robinho, que acabou se acertando com o futebol da Turquia.

No final do ano passado, quando o “Rei da Pedalada” ficou sem contrato com o Atlético Mineiro, a diretoria do Peixe se animou para trazer o jogador de volta, porém uma condenação em primeira instancia da Itália por estupro [VIDEO]fez a diretoria hesitar em contratá-lo, porém o mandatário santista revelou que este não foi o motivo pelo qual o camisa 7 não retornou à Vila Belmiro.

“Ele tinha uma proposta maior (a turca), que ele foi, e não deu para contratar. Tínhamos conversado bastante, mas só não deu certo por isso”, disse o presidente, deixando claro que o motivo que ele não veio foi por conta da oferta dos europeus ter sido mais vantajosa. Robinho acabou sendo contratado pelo modesto Sivasspor.

Com relação à condenação do jogador na Itália e à repercussão negativa que isso poderia causar – ele chegou a ser alvo de protestos ainda quando jogava pelo Galo – Peres disse a diretoria havia tomado todos os cuidados e citou uma declaração sua para a imprensa na época de que só contrataria do jogador caso ele recorresse de sua sentença. “A gente queria que ele recorresse porque ninguém pode ser condenado por antecipação”, disse.

Ganso

Outro jogador que já esteve na Vila Belmiro, mas pertencente a outra geração vitoriosa, a entrar no assunto do programa foi Paulo Henrique Ganso.

Sem espaço no Sevilla, onde sequer entrou em campo neste ano, no início desta semana o meia teve sua volta especulada ao Santos, além de também haver um possível interesse por parte do Grêmio.

O presidente negou que tivesse havido qualquer contato com o time espanhol e lembrou que a multa para tirar o jogador do clube é altíssima, na casa dos 80 milhões de reais. “Então, não adianta você ficar sonhando com o que não vai alcançar”, disse o mandatário, que, no entanto, fez questão de deixar as portas do clube aberta para um retorno no futuro. “Agora, se ele estiver livre, sair... tudo é possível”, disse.