Ao início da temporada, o Palmeiras contratou, como um dos maiores reforços da temporada, o meio-campista Gustavo Scarpa, que chegou com a esperança de ser mais um novo craque do Verdão. Entretanto, problemas fizeram sua jornada no alviverde ser interrompida.

Scarpa saiu de seu antigo clube, o Fluminense, de forma conturbada, alegando que houve atrasos salariais, décimo terceiro e outros benefícios.

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O atleta foi à Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro com intuito de se livrar, de uma vez por todas, do tricolor carioca.

O meia conseguiu apenas uma liminar, que era o suficiente para assinar com qualquer outra equipe de futebol. Com isso, o Palmeiras pagou cerca de 6 milhões de euros, parte para empresários da OTB Esportes, e outra parte para o próprio Scarpa, e fechou contrato com o atleta.

Reviravolta e audiência na Justiça

O Fluminense, no entanto, conseguiu uma grande reviravolta na Justiça e derrubou a liminar concedida a Gustavo Scarpa.

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Assim, o seu contrato com o Palmeiras foi automaticamente rescindido no BID da CBF (Boletim Informativo Diário da Confederação Brasileira de Futebol) e ele voltou a pertencer ao Fluminense.

Contudo, um acordo com o tricolor carioca foi dispensado pelo atleta, e ele voltou à Justiça para resolver a situação e conseguir se livrar totalmente do Flu. Uma audiência realizada na 70ª vara do Tribunal Regional do Trabalho-RJ aconteceu, na manhã desta segunda-feira (16), e a expectativa era que o caso fosse resolvido.

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Porém, essa novela terá, obrigatoriamente, mais um capítulo.

Gustavo Scarpa solicitou um recurso cobrando R$ 9,3 milhões, por conta dos atrasos de pagamentos referente ao FGTS, direito de imagem, salários e décimo terceiro, e mais a rescisão definitiva do contrato com o Fluminense. Entretanto, a juíza Dalva Macedo, responsável pelo caso, negou o recurso pedido e deu um prazo de mais 10 dias para que as partes enviem as razões finais para o fim do processo. Apenas depois dessa etapa, anunciará sua decisão.

Qual será a decisão final da juíza?

Não dá para saber, tudo dependerá das razões para o fim do processo enviadas pelas partes. O Fluminense se defende afirmando que já estava, desde dezembro, acordado com o atleta para pagar esses atrasos, com isso, a rescisão indireta é descartada.

A diretoria e representantes do Fluminense afirmam que, caso a decisão seja favorável, o clube estará aberto para negociar o jogar.

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