O Palmeiras chegou à final do Campeonato Paulista deste ano com a melhor campanha da competição, derrubando todos os adversários. Mas, justamente na final, encontrou o seu arquirrival Corinthians, que vinha com uma campanha balançando e um time muito contestado.

Aos troncos e barrancos, o Corinthians chegou à final. Como sempre, com muita dificuldade, o Timão conseguiu tirar uma vantagem do Palmeiras, dentro do Allianz Parque, e levar a partida para as penalidades máximas.

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Porém, uma grande polêmica assolou esta decisão e deixou uma grande dúvida.

Depois de o Corinthians ter feito um gol e empatado no placar agregado, assim podendo levar a partida às penalidades, o ponta-atacante Dudu sofreu uma suposta falta feita pelo volante Ralf dentro da grande área, mas imagens da televisão mostravam que não existiu a penalidade marcada pelo árbitro.

Houve interferência?

O fato é que, a partir do momento em que foi votado que não teria VAR (árbitro de vídeo) nas partidas do Campeonato Paulista, é totalmente proibido quaisquer interferências externas nas decisões do árbitro.

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Acontece que, após o juiz Marcelo de Aparecido ter marcado o pênalti em cima de Dudu, ele ficou em dúvida e demorou 8 minutos até que anulou a marcação.

Ele voltou atrás na decisão alegando que o quarto árbitro havia analisado que não tinha acontecido o pênalti. A Prova que o Palmeiras apresenta é o diretor de arbitragem, Dionísio Domingos, usando um celular, onde supostamente poderia estar passando informações. Em seu depoimento, ele afirmou que não estava usando um telefone móvel.

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O executivo é o diretor da partida.

Entretanto, o Palmeiras percebeu, através de imagens de uma câmera de segurança, movimentações estranhas enquanto o árbitro estava em dúvida de qual seria sua decisão final.

A diretoria palmeirense alega que o diretor de arbitragem da Federação Paulista de Futebol (FPF) entrou em campo, mas ele nem poderia estar no estádio, e passou uma informação ao quinto árbitro, que correu e deu informações ao quarto árbitro, que passou ao Marcelo de Aparecido, árbitro principal do jogo.

Pedido de anulação

O TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) afirmou que vai arquivar o caso, mas antes disso o Palmeiras tem o direito legal de pedir a anulação da final.

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Agora o Verdão juntou todas as provas, que afirma ser incontestáveis, para apresentar na investigação e provar que houve, sim, interferência externa.

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