O Palmeiras enfrenta o Internacional no próximo domingo (22) pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Na estreia, o Verdão empatou com o Botafogo-RJ, fora de casa, pelo placar de 1 a 1.

A comissão técnica não entendeu que o empate foi ruim. Pelo contrário. Um ponto fora de casa contra o time carioca não foi de se descartar. O problema foi a forma como tudo aconteceu. Vencendo até os 36 do segundo tempo, o time falhou na defesa e permitiu o gol do adversário. A falha foi muito evidente e mostrou erro de posicionamento.

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Na coletiva, o técnico Roger Machado demonstrou preocupação com o primeiro tempo feito pela equipe. Não foi bom. Não teve troca de passes evolutiva, não teve finalização e nem perigo de gol.

Foram 45 minutos mornos e sem ataque.

Para encarar os gaúchos, que foram eliminados da Copa do Brasil nessa quinta-feira à noite (19) pelo Vitória, Machado deve fazer duas substituições: sai Lucas Lima e entra Moisés, e sai Willian ou Keno e entra Miguel Borja. Lucas Lima não vem fazendo grandes partidas.

Já Moisés, quando solicitado fora de campo, entra e dá outra qualidade ao time. A oportunidade do meia chegou e ele será titular no final de semana. Miguel Borja, recuperado de dores no joelho, retoma a titularidade. O colombiano tem 9 gols em 15 jogos e é uma das armas do time palestrino.

Impugnação da decisão. Vai rolar?

A diretoria do Palmeiras mudou radicalmente sua postura. A diplomacia e a discrição faziam parte do quadro. Hoje, o ataque [VIDEO] e a saída da zona de conforto permitem a diretoria receber os aplausos do torcedor.

Após a anulação do pênalti na final do Paulistão em cima de Dudu, Maurício Galiotte, presidente do clube, foi enérgico na coletiva e disse que não iria deixar tudo isso para lá. Desde então, o clube reuniu imagens que supostamente comprovam interferência externa, contratou um criminalista famoso e fechou contrato com uma das maiores empresas de investigação do mundo, a Kroll.

A empresa tem mais de 40 anos de atuação no mercado e ajudou nas investigações contra o ex-presidente Fernando Collor, no início dos anos 1990. A diretoria jurídica entende que precisa agir com bastante discrição para não afetar o desempenho dos atletas dentro de campo.

O atacante Keno, em coletiva [VIDEO], se mostrou tranquilo e disse que confia na atuação do departamento palmeirense. Se não conseguir anular a partida na esfera estadual, o Verdão promete ir até a Fifa (Federação Internacional de Futebol).

Apelar para o órgão que controla o futebol mundial é um dos grandes temores da Federação Paulista, que pode ter suas fragilidades expostas para o mundo no caso, podendo existir até alguns questionamentos por parte de dirigentes da entidade mundial.