Uma quarta-feira de muito agito no Fluminense. Dentro de campo, a boa notícia ficou por conta de Pedro. Após deixar o gramado antes do encerramento da partida do último domingo (vitória de 2 a 0 sobre o Atlético-PR) com fortes dores musculares, o centroavante Pedro se submeteu a um exame de ressonância magnética e nenhuma lesão foi constatada. Sendo assim, ele participou normalmente da atividade realizada no CT Pedro Antônio, na Barra da Tijuca, na parte da tarde e está garantido no compromisso de sábado, às 16h (de Brasília), no Maracanã, diante da Chapecoense, válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

Em contrapartida, o atacante Pablo Dyego, sofrendo com dores lombares, foi poupado do treinamento, mas, segundo o departamento médico, também estará relacionado para o final de semana.

Buscando mais três pontos para somar aos atuais dez e subir do quinto a um lugar perto do G-4, grupo dos que estarão na Taça Libertadores de 2019, o Tricolor reconhece as qualidades do próximo adversário, mas assegura lutar para atingir o seu objetivo.

"Eles (jogadores da Chapecoense) têm qualidades. Centroavante decide, meias experientes. Vamos bolar estratégia e ser pacientes", declarou o lateral-esquerdo Marlon em entrevista concedida antes do treino.

Outra boa novidade para a torcida verde, branco e grená ficou para a possível vinda do meia Camilo, ex-Botafogo e, atualmente, sem chances no Internacional. De acordo com informações de bastidores, já houve uma sondagem da diretoria do Fluminense e a contratação do apoiador deve ser sacramentada durante a pausa da Copa do Mundo, na Rússia.

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Ao longo de 2018, o Tricolor já trouxe dois goleiros (Guillermo De Amores e Rodolfo), dois laterais-direitos (Léo e Gilberto), três volantes (Jádson, Aírton e Dodi) e um centroavante (João Carlos). Um novo homem de área é especulado nos corredores das Laranjeiras.

Clube atravessa pior momento da história

Se, dentro de campo, as coisas estão positivas, fora dele, a situação é bem caótica. Segundo reportagem da Época, o Fluminense vive o seu pior momento financeiro da história.

O clube tem dívidas bancárias acima dos R$ 110 milhões. Simultaneamente, deve R$ 221 milhões ao governo por calotes em impostos e R$ 239 milhões em pendências trabalhistas.

Mesmo analisando outras linhas de arrecadação individualmente, os números estão estagnados. Os patrocínios não passaram dos mesmos R$ 15 milhões das últimas temporadas, as bilheterias aumentaram pouco, e o sócio torcedor rende até menos do que nos anos anteriores, sendo este último ítem totalmente vinculado ao desânimo dos torcedores.

Tanto o presidente Pedro Abad quanto outro membro da diretoria não comentaram sobre o assunto

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