Ao longo de 2018, o Fluminense não contou com a presença maciça de seu torcedor. Somando Campeonato Carioca, Copa do Brasil, torneios nos quais não disputa mais partidas, Campeonato Brasileiro, que está na quinta rodada e Copa Sul-Americana, pela qual obteve, na última quinta, a vaga para a segunda fase, o Tricolor tem uma média de 9.264 pagantes como mandante e 6.069 atuando como visitante. Participando do programa 'Seleção Sportv' do canal fechado da Globosat, o jornalista Gustavo Villani, um dos principais narradores da emissora carioca, fez severas críticas ao admiradores da equipe das Laranjeiras.

Segundo ele, o grupo, apesar de limitado, vem honrando a camisa e merece ter um apoio maior das arquibancadas.

"Os caras estão fazendo o possível, entregando muito mais do que todos nós imaginávamos quando o Fluminense perdeu Cavalieri, Scarpa, etc. Estão merecendo. A contrapartida da arquibancada tem que vir em massa a partir de agora", declarou.

O Fluminense terá a sequência de três jogos consecutivos dentro do Rio de Janeiro, todos válidos pelo Brasileirão.

Na segunda, às 20h (de Brasília), no Nilton Santos, enfrenta o Botafogo. No dia 20 de maio, a partir das 19h (de Brasília), medirá forças contra o Atlético-PR e, seis dias depois, tentará acabar com o tabu de nunca ter derrotado a Chapecoense, esses dois últimos jogos programados para o Maracanã. De acordo com Gustavo Villani, esse é o momento de os tricolores mostrarem a sua força.

"Está na hora do torcedor do Fluminense encher o Engenhão contra o Botafogo, contra o Atlético-PR, no Brasileiro, no Maracanã", esbravejou.

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PaixãoPorFutebol Fluminense

Alguns fatores são apontados pelos torcedores para justificar a pouca presença nos estádios. O primeiro deles é o valor cobrados pelos ingressos. Para atingir a renda bruta de R$ 4,5 milhões, o Fluminense estabelece, como preço médio, cerca de R$ 34 por cada entrada.

A segunda razão é o clima de insegurança vivido nas grandes cidades, principalmente no município do Rio de Janeiro e na sua região metropolitana.

O terceiro motivo apresentado é a pouca confiança na gestão do presidente Pedro Abad e que o time possa obter grandes resultados nas competições as quais disputa. Na sexta passada, vários torcedores foram recepcionar no Aeroporto Tom Jobim, no Galeão, depois da vaga na Copa Sul-Americana, obtida na noite de quinta, nos mais de 4 mil metros de altitude de Potosi, na Bolívia, mesmo com a derrota de 2 a 0 para o Nacional daquela cidade.

Esse episódio causou um otimismo de que, a partir de agora, torcida e equipe possam esquecer os problemas e, finalmente, unir-se pelo Fluminense.

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