Aos poucos o Santos [VIDEO] vai ganhando um respiro em sua finanças, bastante cambaleadas no início da temporada, o que até mesmo acabou atrasando a apresentação oficial do técnico Jair Ventura, uma vez que não havia recursos para pagar a multa rescisória junto ao Botafogo. Isso também fez as contratações de novos reforços serem tímidas e os que chegaram vieram por empréstimo, como Gabriel, Dodô e Eduardo Sasha, este último que acabou sendo adquirido em definitivo, mas porque foi envolvido em uma troca com o Internacional, que ficou com o lateral-esquerdo Zeca.

Nesta semana, dois grandes contratos de patrocínio foram anunciados [VIDEO]e as marcas irão preencher os espaços vazios que algum tempo apareciam na camisa santista.

A Caixa Econômica Federal irá estampar seu logo no peito, área mais nobre do uniforme, enquanto que a fabricante de eletrônicos Philco aparecerá nas costas das camisas, logo acima da numeração dos jogadores. Ambos os contratos são válidos até maio do ano que vem e, de acordo com reportagem publicada pelo portal UOL, a soma do montante pago pelas duas empresas pode chegar a 20 milhões de reais, dependendo do desempenho do time nas competições.

Pelo contrato de patrocínio máster o Peixe receberá do banco estatal 10 milhões de reais, mas esse valor poderá saltar para 16 milhões e para isso o time terá que render bem dentro de campo, uma vez que o bônus está diretamente ligado ao que o clube conquistar nos próximos 12 meses, mas não significa que ele será pago apenas se o time ganhar títulos.

Chegar a fases avançadas de competições, como semifinal de Copa Libertadores da América ou Copa do Brasil, também renderão um acréscimo no montante a ser recebido.

Já a empresa americana Philco, que em outras ocasiões já apareceu no uniforme santista de maneira pontual, pagará 4 milhões de reais para aparecer nas costas da camisa. O acordo já começa a valer para o jogo deste domingo (6), válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, quando o Peixe encara o Grêmio, em Porto Alegre.

Outros patrocinadores

Além da Caixa Econômica Federal e da Philco, o Santos também já contava com o patrocínio da Algar, cujo contrato vai até o final do ano e que paga 4 milhões de reais para estampar sua marca um pouco abaixo da gola, entre o escudo e a marca de material esportivo, e a barra traseira da camisa, abaixo do número. O clube também melhorou seu contrato com a fornecedora de material esportivo Umbro.