O Palmeiras anunciou o retorno de um grande treinador para tentar gerenciar o elenco estrelado que o clube paulista possui: Luiz Felipe Scolari.

A verdade é que ainda é uma incógnita como o novo comandante irá gerenciar estrelas como Dudu, Gustavo Scarpa, Borja, Willian entre outros que farão parte de uma remodelagem para as disputas que o clube alviverde ainda precisa disputar.

O que se põe em xeque é justamente qual perfil que Felipão vai colocar em prática: aquele modesto que ajudou o time paulista a ser rebaixado em 2012 ou aquele perfil vencedor que deixou em sua primeira passagem com uma Libertadores e uma Copa do Brasil.

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No total de suas duas passagens, Luíz Felipe Scolari ganhou pelo Palmeiras, um Rio-São Paulo, uma Copa Mercosul, duas Copas do Brasil e a própria Libertadores.

Scolari chega com um desafio

Scolari não terá tempo para trabalhar, tampouco conseguirá fazer esquemas interessantes que possam auxiliar no decorrer das partidas, o que se torna complicado nas competições que a equipe paulista ainda disputa, como Libertadores, Copa do Brasil e o próprio Brasileirão.

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A dificuldade em ter um esquema que propicie um desempenho favorável em todas as competições, impossibilitou o antigo treinador, Roger Machado, pois apesar de ter feito ótima campanha na Libertadores, pelo Brasileirão andou ‘cambaleando’, com tropeços considerados fundamentais para a sua demissão.

Um dos motivos que fizeram com que Luíz Felipe Scolari voltasse novamente à equipe paulista foi justamente a questão de ter o 'elenco nas mãos', característica marcante que o novo treinador do Palmeiras possui.

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A experiência do novo comandante é justamente ajeitar o time para que possa chegar bem na Libertadores, contra o Cerro Porteño, dia 9 de agosto, e com a bagagem de já ter um título pelo clube, amenizaria parcialmente os problemas gerados pelo antigo treinador em questão, buscando o equilíbrio necessário condizente ao elenco milionário que a equipe Palmeiras proporciona a Felipão.

Além de fazer com que o Palmeiras se torne novamente competitivo, ao ponto de disputar sem maiores dificuldades nas principais competições, Felipão terá que conviver com o fatídico 7 a 1, contra a Alemanha, pois em 2014, na Copa do Mundo jogada no Brasil, ele era o técnico da seleção brasileira.

O último trabalho de Scolari foi com o Guangzhou Evergrande, da China.

Com o novo comandante, o clube paulista busca ‘calar’ os críticos em busca da melhor performance nas demais competições.

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