No próximo dia 04 de outubro, às 19h30 (de Brasília), o Fluminense encara, no Maracanã, o Deportivo Cuenca, do Equador, e, ao que parece, terá o apoio maciço de sua torcida. No início da noite desta segunda-feira, a assessoria de imprensa do clube carioca divulgou que estão esgotados os ingressos do Setor Sul Inferior para o confronto de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Com preços populares de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), as entradas do Setor Leste Superior também estão perto de acabarem.

Diante da enorme procura, há a expectativa de um presença superior a 40 mil torcedores para empurrar o time dirigido por Marcelo Oliveira a avançar às quartas de final do torneio.

Como venceu pelo placar de 2 a 0 na última quinta-feira no estádio Casablanca, em Quito, o Fluminense tem uma enorme vantagem diante do Deportivo Cuenca. Até uma derrota por um gol de diferença serve para o Tricolor. Já o time equatoriano só consegue a vaga de forma direta se vencer por, pelo menos, três gols de diferença. Vitórias de dois gols a partir de 3 a 1 também servem. Caso devolva o resultado do jogo de ida, levará o confronto para os pênaltis.

Além de vaga na Sul-Americana, presidente quer Maracanã cheio para gerar lucro

Mais do que vontade, o Maracanã cheio se tornou uma necessidade para o Fluminense. Em entrevista concedida à Rádio Globo no último sábado, o presidente do clube das Laranjeiras, Pedro Abad, ressaltou que, por força do acordo com o consórcio responsável pela gestão do estádio, é necessário um público superior a 20 mil para a agremiação não ter prejuízo em jogos disputados no palco das decisões da Copa do Mundo de 2014 e dos torneios de futebol das Olimpíadas de 2016.

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"A operação do Maracanã não é simples, não é um estádio barato. E a presença do torcedor não tem sido boa. Quando o torcedor comparece, a gente tem lucro, paga os fornecedores e diminui a dívida. Esse é um dos motivos que eu peço para o torcedor apoiar, é importante que ele venha. A presença dele é numericamente fundamental", resumiu o mandatário.

Em 2013, após mais uma reforma do Maracanã, o Fluminense acertou um vínculo no qual adquiria o direito de jogar no estádio por 35 anos sem qualquer oneração aos sues cofres.

Três anos depois, o então presidente do clube carioca, Peter Siemsen assinou um aditivo no contrato e, a partir daquele momento, a agremiação se viu obrigada a dividir o custo operacional para se utilizar das instalações do estádio.

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