Quase chegando à metade da competição dos Jogos Olímpicos da Juventude, o Brasil tem conseguido bons resultados com atletas em variados esportes. Um deles já é um velho conhecido nosso. Sim, a nossa natação tem encabeçado a lista de medalhas.

Cada um dos oito nadadores que formam a equipe brasileira retornará com um pódio. Pelo menos é que se pode escrever até agora. Quem sabe, não virão mais conquistas de medalhas?

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No entanto, o Brasil ainda deve no quesito de medalhas de ouro no certame que se realiza este ano em Buenos Aires, Argentina. De todos os membros da equipe de natação, quem está na dianteira é André Calvelo, faturando duas pratas no 4X100 livre masculino e no 4X100 livre misto. Outro orgulho veio do quarteto feminino, conseguindo a prata no revezamento 4X100 livre.

Nem só da água vem a alegria

Ontem, dia 12/10, o tenista Gilbert Klier Júnior, de 18 anos, levou a medalha de bronze após a desistência de seu adversário, o búlgaro Adrian Andreev.

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O motivo alegado foi o de problemas físicos. Detalhe: Gilbert é o único representante brasileiro no tênis e ocupa atualmente o décimo segundo lugar no ranking mundial juvenil. Com o êxito em Buenos Aires, deve subir para a décima posição.

Jacqueline Lima também ficou em terceiro lugar nas competições por equipes mistas de badminton. Nesta modalidade esportiva, é possível mesclar atletas de diferentes países e de sexos opostos.

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A mesma coisa ocorreu com o judoca João Vítor Santos, ganhando o bronze por equipes mistas. Seu colega de esporte, Duda Vaz, teve uma tarefa mais difícil. No judô individual com peso até 78 kg, também ganhou um bronze.

Parece mesmo que o bronze está em alta na delegação verde-amarela: mais duas medalhas foram conquistadas com Diogo Soares na ginástica artística e Sandy Macedo no tae kwon do.

Diogo Soares: um caso à parte

Foi com muita vibração que o garoto Diogo Soares, de 16 anos, recebeu a medalha de bronze na Argentina.

Vindo da cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, ele relata que treina em aparelhos rasgados e velhos no ginásio. A disputa foi acirrada com ginastas de países mais tradicionais na modalidade, como Rússia e Japão. No final, Diogo desbancou um norte-americano, obtendo uma nota incrível no solo.

Ele conta que conheceu a ginástica por meio da irmã, quando tinha quatro anos de idade. Acompanhava os treinamentos e esforços dela; posteriormente, achou que tinha que seguir o mesmo caminho.

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Filho de um caminhoneiro e de uma dona de casa, Diogo se tornou o centro das atenções de sua cidade, pois assim como seus oponentes, ele teve que enfrentar uma dura bateria de aparelhos e provas: argolas, cavalo, salto, solo, barra fixa e barras paralelas. Um esforço coroado após muito suor. Depois de tudo isso, a alegria só poderia ser exultante.

O encerramento dos Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires acontecerá no próximo dia 18/10.

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Até lá, fica a torcida para trazer, pelo menos, uma medalha mais brilhante. À altura do desempenho que cada brasileiro torce por seu atleta.

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