A medida que as investigações avança, novos detalhes são descobertos a respeito da morte do jogador Daniel, há duas semanas, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Seu assassinato pode ter sido motivado pelo fato dele ter sido flagrado junto com a esposa do principal acusado pelo crime. De acordo com o depoimento de uma testemunha, Edison Brittes ficou descontrolado ao ver o conteúdo de um telefone celular.

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Foi naquele momento que decidiu pelo assassinato do atleta.

A revelação foi feita por David Willian da Silva, de 19 anos, um dos suspeitos de envolvimento na morte do jogador Ele contou que Edison já estava no veículo, com o jogador no porta-malas do carro. quando viu algo no celular, porém, não soube dizer o que era.

Segundo a testemunha, estava tudo calmo dentro do carro e a intenção do acusado era deixar o jogador no meio da rua para que ele passasse vergonha, porém, ao ver algo no aparelho “ficou descontrolado e disse que mataria Daniel”, relatou.

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David disse ainda que após Edison revelar sua intenção, todos entraram em pânico e tentaram o convencer do contrário, afirmando que “o jogador já tinha recebido o que merecia”.

Tanto David, quanto Ygor King, de 19 anos, e que também prestou depoimento nesta sexta-feira, afirmaram que não desceram do carro e também que não presenciaram o jogador ser morto. Após parar o veículo, Edison ordenou que todos permanecessem dentro do veículo, mas Eduardo Henrique, primo de Cristina Brittes, ignorou a ordem e desceu. Ele ainda prestará depoimento na próxima semana.

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Sujo de sangue

David, em seu depoimento, ainda afirma que viu Edison abrir o porta-mala do carro e retirar o jogador. Ele e Ygor choravam muito dentro do carro. Ele conta ainda que o marido de Cristina retornou para o veículo todo sujo de sangue, incluindo as mãos, e que Eduardo tinha respingos de sangue na calça.

Ainda conforme depoimento de David, após abandoar o corpo do jogador, eles foram comprar roupas novas para Edison e também garrafas de água.

Na volta para casa, eles pararam perto de um rio, onde foram jogadas as roupas manchadas de sangue e a faca usada para cometer o homicídio. A água comprada foi usada para que Edison pudesse lavar suas mãos.

Ele disse ainda que ajudou nas agressões contra Daniel, pois Edison havia dito que o jogador tinha tentado violentar sua esposa. “Estava no lugar errado, na hora errada, e com as pessoas erradas”, falou.

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